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sábado, 22 de maio de 2010

Um bichinho chamado desânimo



Um bichinho chamado desânimo
Aquele que aceita o desânimo está fadado a fracassar e ficar no caminho, perdendo a recompensa eterna que está reservada aos corajosos e aos espiritualmente otimistas. (Apocalipse 3: 11-13).
1. Introdução
Existe um filme dos estúdios Walt Disney que conta uma história do tipo “Alice no país das maravilhas”, contendo um episódio de luta entre duas mulheres mágicas.

A tática de luta entre elas era a de se transformarem em seres diferentes a cada momento: quando uma virava um rato, a outra se transformava em gato. Para vencer o gato, surgia a figura do tigre, que era colocado sob a ameaça de um rinoceronte, enfrentado por um dinossauro.

A disputa continua até o ponto em que uma delas assume a forma de um imenso dragão voador, cuja aparência é de um ser imbatível. A batalha parecia ter chegado ao fim, quando a outra simplesmente desaparece.

A primeira reclama que as regras do combate não permitiam o uso da invisibilidade, e que estaria havendo trapaça, no que é contestada com a declaração de que não havia ocorrido o uso da invisibilidade, mas sim a transformação de uma delas em um micróbio invisível de uma doença mortal aos dragões, que agora se encontrava na corrente sanguínea do monstro.

Não é preciso detalhar o fato de que a esperteza resultou na vitória da mulher que adquirira a forma minúscula do gérmen fatal.

Certamente essa história não passa de um desenho animado para distrair crianças, mas nela está contido um sentido prático, que não está longe de nossas ações diárias, nos mais variados campos das atividades.

Curiosamente, há momento em que os gigantes da vida, as montanhas do caminho, são vencidos e superados, mas os micro inimigos e o cascalho que estão sobre a estrada nos atrapalham, nos derrubam e fazem com que percamos nossos objetivos e sonhos.

2. O grande desafio nascido de algo aparentemente pequeno

O maior desafio do cristão não é propriamente ter as coisas, mas sim a consciência de que “ podemos ter” tudo o que nos for necessário, uma vez que o Senhor é nosso pastor e não estamos fadados a ter falta ( Salmos 23 ). Também Paulo nos orienta sobre o estarmos tranqüilos em abundância ou em carência.

Quando assumimos que “não podemos ter”, mesmo que cercados de tudo o que é bom, encontramos sofrimento, dor, tristeza e derrota, já que nossa mente não aceita que dias melhores virão, ao mesmo tempo em que nosso coração se apavora pela possibilidade de se perder o que temos no presente.

O maior indutor desse estado de espírito é o desânimo. Ele é tão bem preparado para desmobilizar a vida abundante prometida por Jesus ( João 10:10 ) que, em razão de sua tarefa, me atrevo a qualificá-lo como um ente dotado de vida própria, e por isso chamo-o de “bichinho”.

3. A atuação do desânimo na vida do cristão
Embora nós, os cristãos, tenhamos por costume enfatizar pontos altos das Escrituras, fazendo seus personagens nossos “heróis”, cujo exemplo deva ser seguido, a vida não é fácil, e tanto nosso dia a dia, como aquele dos servos de Deus do passado, envolvem momentos de profundo desafio.

Relembremos dois momentos da vida de Moisés:

MOMENTO 1- Moisés estende a sua vara e faz com que as águas do Mar Vermelho se abram:

“Então disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.

Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se seco, e as águas foram partidas.”

Êxodo 14: 15:26

MOMENTO 2- Moisés entra em desespero, desanima de sua missão, por causa do mesmo povo que havia cruzado o Mar Vermelho e saído de Egito, e pede a Deus que risque seu nome do Livro da Vida.

“Assim tornou Moisés ao Senhor, e disse: Ora, este povo pecou pecado grande fazendo para si deuses de ouro.

Agora pois perdoa o seu pecado, senão risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito.”

Êxodo 32 30-35

( Êxodo 33:12-17 e Números 11: 11-15).

De acordo com as palavras de Jesus( Lucas 10:20 ), ter nosso nome escrito no Livro da Vida é algo absolutamente superior a qualquer outra coisa. Significa a segurança de uma vida eterna junto de Deus.

Tão grande foi, contudo, a frustração de Moisés diante das dificuldades em cumprir a missão a ele confiada por Deus, que o sentido de valor se desvaneceu sob o peso do desânimo, e pediu algo inaceitável: perder a oportunidade de viver o eterno.

Isso parece ser algo destituído de lógica, mas se enquadra perfeitamente na ação do inimigo para nos colocar distantes de Deus.

De certa forma, Moisés colocou sua missão acima da relação pessoal com o Senhor, um erro perigoso no qual qualquer um pode incorrer.

É verdade que a Bíblia promete a remoção de montanhas pela fé ( Mat 17:20 ), e isso é uma verdade tão significativa que nossos inimigos, liderados pelo adversário de Deus, o diabo, procuram outras técnicas para atacar.

Pense naquele pneu que amanheceu furado, exatamente quando você está atrasado para uma reunião, a tal matéria da escola que parece impossível de ser aprendida e cujo professor é um tremendo carrasco, ou do recibo do imposto de renda que some no dia em que a Receita Federal coloca você na malha fina.

Essa listagem poderia ir bem longe e incluiria, certamente, fatos que acontecem conjugados do tipo: óculos de grau que quebra exatamente quando você teria que fazer aquele teste difícil para um novo emprego que espera há meses, e igualmente a chave na porta da rua que quebra na fechadura.

As “pedrinhas” que são colocadas em nosso caminho têm uma aparência praticamente inofensiva, mas seu potencial de atrapalhar nossa existência, e mesmo a nossa fé, é bastante grande.

Aqui é que entra em cena o “bichinho” , pequeno, quase invisível, mas tão destrutivo como um vírus mortal, chamado “desânimo” .

Uma das razões pela quais ele é tão incômodo e nocivo deriva do fato de que, sendo gerado por estímulos externos, se instala no interior da pessoa, crescendo, e a partir dos sentimentos humanos, emerge subitamente com todo seu potencial destruidor.

Por outro lado, sua consistência é aquela de um “fantasma”, não podendo ser “agarrado” por meios comuns, lançando raízes desde o passado distante até o futuro, de forma sutil e insidiosa.

Como um bom “bichinho”, ele penetra em todas as “frestas” da nossa mente, em todos os “pontos fracos” que a vida produziu em nossa estrutura emocional, passa sob portas que pensávamos fechadas.

Todos temos “pontos fracos e frestas” da mente, geradas por nossa educação, a educação que recebemos e que, nem sempre, foi fundada na Bíblia. Conta também o remorso de erros passados, que deveriam estar esquecidos pois Jesus já os perdoou, as agruras causadas por desilusões emocionais, carência de dinheiro, falta de afeto, entre outros.

Com grande agilidade ele se desvia de armas que foram projetadas para vencer gigantes. Uma vez instalado, o “bichinho” se alimenta daquilo de frágil e mau que está nosso interior, além de aproveitar, por meio de nossos sentidos, de uma variedade de alimentos que existem no mundo( Gal 5:1-21: os frutos a carne ).

Seguramente, o “desânimo” é um dos “office boys”, um dos mensageiros do diabo, colaborando em tudo que pode para a realização da tarefa do inimigo que é “roubar, matar e destruir” ( João 10:10 ).

Embora essa meditação possua um claro direcionamento à Palavra, pois sem ela não podemos dar suporte a qualquer idéia, gostaria de frisar que conheço bem a dinâmica do “bichinho desânimo” .

Nasci em lar cristão, mas com a morte de meu pai, quando eu contava seis anos de idade, fiquei face a face com a pobreza e em uma cidade como São Paulo, onde a perspectiva de estudar era remota.

Mesmo assim comecei meus estudos à noite, trabalhando durante todo o dia. Tal esquema certamente não era nada conveniente, pois chegava, “dia após dia” às aulas completamente cansado, o que resultou na perda não de um, mas de vários anos de estudo.

Essa situação me levou ao “desânimo” , pois não é nada fácil lutar um ano inteiro, gastar dinheiro e não conseguir aprovação. Certamente muitos de vocês leitores desta página conhecem a sensação.

Cheguei à conclusão de que não valeria a pena insistir, o negócio era arranjar um “empreguinho qualquer” e deixar de lado essa história de formação acadêmica.

Deus, porém é muito bom( Salmos 52:1 ) e meu tio, Virgil Frank Smith, um dos mais antigos missionários americanos no Brasil, me disse: “Não desista, você vai conseguir”.

Resumindo, posso dizer que estudei matemática, formei-me em Engenharia Civil, por uma universidade federal, fiz vários cursos de pós graduação e obtive um grau de Mestrado ( MSC) em uma Universidade na Inglaterra. Felizmente, o bichinho não conseguiu me pegar nisso.

Sem dúvida, a vida de cada um de nós é diferente, especial, mas cabe considerar, que mesmo diante de uma situação inicial de desânimo, devemos lembrar que para Deus tudo é possível e continuar a lutar, com ou sem forças. Difícil talvez, mas essencial.

Tenho outras experiências de como o desânimo tentou me iludir em outros campos da vida profissional, financeira, sentimental e até religiosa, quando o diabo se apresentou de forma visível para mim e procurou que eu desanimasse, mas a esse respeito poderemos falar em outra ocasião. Vamos retornar a um interessante exemplo bíblico que nos é trazido pela experiência do profeta Jonas.

“ Então Jonas saiu da cidade, e assentou-se ao oriente da cidade: e ali fez uma cabana, e se assentou debaixo dela,à sombra (1) , até ver o que aconteceria à cidade.

E fez o Senhor Deus nascer uma aboboreira, que subiu por cima de Jonas, para que fizesse sombra sobre a sua cabeça, a fim de o livrar do seu enfado: Jonas se alegrou em extremo por causa da aboboreira(2).

Mas Deus enviou um bicho , no dia seguinte ao subir da alva, o qual feriu a aboboreira, e esta se secou (3).

E aconteceu que, aparecendo o sol, Deus mandou um vento calmoso, oriental, e o sol feriu a cabeça de Jonas (4) ; e ele desmaiou, e desejou com toda a sua alma morrer, dizendo: Melhor me é morrer do que viver” ( 5).”

Jonas 4: 5-8

A respeito dessa passagem podemos apreender o seguinte:

• Quando nos assentamos para “pensar na vida”, e paramos de pensar em Deus e de agir para resolver os problemas, o “bichinho” ganha força.

• Queremos ter “todas” as bênçãos divinas e nos alegramos quando as podemos desfrutar. O bem estar em excesso nos tira a fibra, afasta nosso pensamento do que é espiritual ( Pv 30:8-9), abrindo mais espaço para o “desânimo”.

• Se o bicho enviado por Deus, que era uma prova e uma forma de esclarecimento para o profeta renitente, houvesse picado Jonas, provavelmente nada aconteceria. Ao atacar a planta, ponto fraco daquele homem pelo prazer que sentia com a “sombrinha” ( onde está o tesouro está o coração Lc 12:34 ), o efeito foi rápido e profundo.

• Quando se fala em “desmaiar”, não se está apresentando algo necessariamente literal, mas demonstrando o abatimento que o desânimo provoca nas pessoas.

• Pode parecer que essa história do “bichinho” é algo de pequeno efeito e facilmente superável mediante um “bom papo” com os amigos, uma visita ao shopping, ou uma diversão qualquer, mas na realidade é de feito muito profundo, chegando a extremos.

Pare por um instante, e avalie se em alguma ocasião já não se sentiu como o profeta Jonas, de tal forma que uma “plantinha” tão acalentada na sua vida foi “picada” por um bichinho desânimo, e lhe pareceu que tudo estava acabado, que não valia mais lutar pela vida.

Tais ataques do desânimo são encontrados em vários relatos bíblicos e atingiram pessoas fracas ou mesmo aquelas de alto nível espiritual, heróis da fé, exemplos de vida. Dentre eles podemos citar:

CAIM : Tendo cometido uma primeira falha, que poderia ter sido reparada, entrou em pânico, perdeu o ânimo e ampliou seu erro até um ponto irreversível ( Gênesis 4:1-9 ). Observe que não podendo ser enquadrado entre os heróis da fé, ele tinha o privilégio de viver em um mundo onde não existia, ainda, a figura da violência entre os homens e,menos ainda, da morte.

Teoricamente ele deveria estar isento de qualquer pressão do ambiente, de marcas do passado, de influências familiares negativas, mas, mesmo assim, teve, por seu estado de espírito, a audácia de “inaugurar” os homicídios, que hoje são tão comuns.

ELIAS : Era um homem profundamente entrosado com Deus, mas de qualquer maneira, era apenas um homem (Tiago 5: 17-18), que após a memorável vitória contra os profetas de Baal , sentiu o peso das ameaças de Jezabel e duvidou da validade de seu trabalho, tendo desanimado até desejar a morte ( I Reis 19: 1-18 ).

JOÃO BATISTA : O maior homem nascido de mulher ( Mateus 11:11 ), destemido em sua pregação, tendo apresentado o “Cordeiro de Deus” ao mundo, entrou em uma crise de desânimo na prisão, não sabendo se havia cumprido sua missão( Lc 7:18-23 ).

A MULHER DE JÓ : Uma “madame” despreparada para enfrentar desafios, ficou completamente desanimada quando seu esposo não era mais detentor de bênçãos especiais como homem justo, e propôs que ele abandonasse o Senhor e morresse. Isso nos indica que temos que ir diretamente a Deus, sem nos ater as pessoas, e que parente de justo não é necessariamente justo ( Jó 2: 9-10 ). Muitas vezes convivemos com a benção, freqüentamos a benção, mas não suportamos a menor brisa de desafio, desanimando rapidinho.

O POVO DE ISRAEL : Contaminados pelo desânimo dos espias enviados à terra prometida, também perderam o ânimo e desistiram de se apropriar da benção, com ela ao alcance de suas mãos ( Nm 13: 21-22 e 14: 1-5 ).

ISAÍAS E GIDEÃO : Dois homens chamados por Deus e que queriam desanimar mesmo antes de iniciar suas missões, pelo fato de estarem com o olhar fixo nas suas limitações, desapercebidos de que o poder divino se mostra mais intenso diante de nossas fraquezas ( Juízes 6: 11; Isa 6: 1-5; Hb 4:15 ).

O desânimo tem a facilidade de chegar bem perto de nós, em uma estratégia que pode até parecer nosso “amigo”, muito condescendente com nossos problemas. Ele nos oferece um falso “carinho” e nos promete o consolo do esquecimento afirmando: “Deixe de lutar, você já sofreu demais, relaxe, descanse em meu regaço.”

Essa aproximação foi exemplificada no segundo livro de Samuel 20: 9-10 , quando Joabe feriu a Amasa quando o abraçava, em um aparente gesto de amizade.

O diabo procurou aplicar esse golpe em Jesus por duas vezes. A primeira diretamente no episódio da tentação, procurando que Jesus não morresse na cruz mediante um “trato” aparentemente vantajoso com Ele( Mt 4:8-10 ) e, na segunda, usando o discípulo Pedro, que O admoestou para que tivesse pena de sua própria vida( Mar 8:31-33 ). Seguramente isso não funcionou com o Mestre, mas poderia nos atingir.

Como Jesus é o nosso modelo, devemos observar sua recomendação para vencer situações de provação:

“Tenho vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo ( o inverso do desânimo ) , eu venci o mundo.”

João 16:33

Quando o “bichinho” ataca, sua meta são as três coisas essenciais que norteiam a vida do cristão ( I Cor 13:13 ):

A FÉ , pois sendo o desânimo algo imaterial, ele atua exatamente no campo daquilo que “não pode ser visto e que ainda se espera” ( fundamento da fé – Heb 11;1 ), impedindo que possamos agradar a Deus( Heb 11:6 ).

A ESPERANÇA , na medida em que se coloca entre nós e as promessas de Deus, embaçando a visão do futuro ( Cristo em nós é a esperança da glória – Col 1;27 ), dando ao diabo a oportunidade de apresentar suas teses de que não existe Deus, e que se Ele existe não se importa com você, sendo impossível o perdão dos pecados, a recepção de bênçãos, a salvação, a volta de Cristo e a ressurreição.

Um exemplo clássico da Palavra a esse respeito é aquele relativo às irmãs de Lázaro, que se dirigiram a Jesus completamente desanimadas, pois haviam perdido a esperança de salvar sua vida ( João 11: 1-45 ).

O AMOR , pela simples razão de que o desânimo tira a força interior do homem, sua motivação e, conseqüentemente, sua coragem. Isso equivale a ter medo, que é um elemento capaz de anular o amor ( I João 4:18 ).

Quando o amor preenche o coração e a mente de uma pessoa, ele lança fora o medo e também não admite o desânimo, uma vez que tem uma missão de vida voltada para os outros e não para si mesmo.

E a famosa depressão tem origem em qual elemento de nossa vida diária?

O “bichinho desânimo” está bastante comprometido com a incidência dessa “enfermidade”, que cresce dia a dia no mundo de hoje, mesmo porque a depressão tem origens que não podem ser explicadas unicamente por fatores de natureza física.

Isso tem a ver com os prenúncios do fim, e está registrado que no momento em que se manifestar a realidade de Cristo e do grande julgamento, o desânimo será tão completo que não restará força nos homens, nos termos do que vimos na narrativa sobre o profeta Jonas:

“Homens desmaiarão de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo. Porquanto as virtudes do céu serão abaladas.” Lucas 21:26

“...Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?”

Lucas 18:8

A força destrutiva do “desânimo” tem grande relação com sua capacidade de se auto alimentar em um círculo vicioso conhecido por Davi, que nos advertiu que “um abismo chama outro abismo” ( Salmos 42:7 ) . É importante, como se recomenda no combate ao alcoolismo, “evitar o primeiro gole de desilusão e negativismo”.

Quando a tristeza nos envolve, fica muito difícil ver a benção, mesmo que ela esteja ali ao nosso lado. Veja o que aconteceu aos discípulos de Jesus no caminho de Emaús, que “choravam” a morte de seu Mestre dirigindo-se exatamente a Jesus, que já havia ressuscitado, vencendo a morte, o inferno e o diabo ( Lucas 24:13-35 ).

Algumas das mais expressivas vitórias da Bíblia estão diretamente associadas à determinação de pessoas que não desanimaram diante de situações adversas.

PERSONAGEM
EVENTO
REFERÊNCIA

Jacó
Lutou com Deus
Gen 32:22-32


Renasce do zero
Jó 1:22

Josué
Luta sempre
Josué 1: 1-19

Eliseu
Quer o dobro
II Reis 2: 1-11

Paulo
O bem vence o mal
II Cor 4:8


Se você está imaginando que essa meditação parte de um otimista inveterado, que se lança a idéias ilusórias somente para disfarçar os problemas, devo assegurar que me situo entre os pessimistas e os realistas.

A primeira impressão que me vinha normalmente, quando me deparava com uma situação muito difícil, era de que “não havia solução possível”.

Aprendendo com Deus fui, pouco a pouco, descobrindo que “sempre há uma solução para tudo”, e que Ele tem propósitos que ficam acima da nossa capacidade de acompanhamento.

A partir desse ponto, certos versos bíblicos se tornaram meus favoritos para os momentos difíceis, e recomendo que você também os coloque em sua agenda de leituras .

Certamente eles são uma companhia bem mais produtiva do que o telefone através do qual você fica contando para todos “quão miserável é a sua vida”.

“Quem há entre vós que tema a Jeová, e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus.”

Isaías 50:10

Deus proverá( Gênesis 1:1-19); Eu sei em quem tenho crido ( II Tim1:12)



Aquele que aceita o desânimo está fadado a fracassar e ficar no caminho, perdendo a recompensa eterna que está reservada aos corajosos e aos espiritualmente otimistas. (Apocalipse 3: 11-13).






Fonte: Pr. Elcio Lourenço
Se deseja trabalhar contra o bichinho desânimo, conte com nossa ajuda.
Escreva para: pastorelcio@hotmail.com

Propósito de Deus no casamento.



Propósito de Deus no casamento
O compromisso do casamento importa em casa cônjugue abrir mão do direito exclusivo ao seu próprio corpo e conceder esse direito a outro cônjugue. Isso significa que nenhum dos cônjugues deve deixar de atender os desejos sexuais normais do outro. Tais desejos dentro do casamento são naturais e providos por Deus, e evadir-se da responsabilidade maritais do outro cônjugues é expor o casamento às tentações de satanás no campo do adultério.
"Mas, se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel." (I Tm. 5.8)

* Companheirismo e complementação mútua do casal. Gn. 2.18, 24.

Deus criou primeiramente o homem, vendo que não era bom que ele vivesse só, criou uma adjuntora para viver ao seu lado, sendo companheira amável e ajudadora.

Desde o princípio, Deus estabeleceu o casamento e a família que dela surge, como a primeira e a mais importante instituição humana na Terra.

A palavra de Deus diz em I Co. 11.11: "Todavia, nem o varão e sem a mulher, nem a mulher, sem o varão, no Senhor".

* Prazer amoroso do casal. Ec. 9.9.

O compromisso do casamento importa em casa cônjugue abrir mão do direito exclusivo ao seu próprio corpo e conceder esse direito a outro cônjugue. Isso significa que nenhum dos cônjugues deve deixar de atender os desejos sexuais normais do outro. Tais desejos dentro do casamento são naturais e providos por Deus, e evadir-se da responsabilidade maritais do outro cônjugues é expor o casamento às tentações de satanás no campo do adultério. (I Co. 7.3)

* Preservação da pureza moral na família e na sociedade (I Co 7.2)

A imoralidade sexual é terrivelmente abominável diante de Deus. Mais do que qualquer ato pecaminoso, profana o corpo, que é o templo do Espírito Santo.

Por isso Paulo admoesta: "Fugi" da imoralidade sexual. Sabendo que o nosso corpo é morada pessoal do Espírito Santo, nosso corpo nunca de ser profanado por qualquer impureza ou mal, provenientes da imoralidade, nos pensamentos, desejos, atos, filmes, livros ou revista. Pelo contrário, devemos viver de tal maneira que glorifiquemos e agrademos a Deus em nosso corpo.

* O marido ideal (inclusive obreiros)

Toda família necessita de um dirigente. Por isso, Deus atribui ao marido a responsabilidade de ser cabeça da esposa e da família. Sua chefia deve ser exercida com amor, mansidão, consideração pela esposa e família. A responsabilidade do marido, que Deus lhe deu, de ser "cabeça da mulher" inclui:

1) Provisão para as necessidade, espirituais e domésticas da família. Gn. 3.16,19; I Tm. 5.8.

2) O amor, a proteção, a segurança e o interesse pelo bem estar dela, da maneira que Cristo ama a Igreja. Ef. 5.25-33.

3) Honra, compreensão, apreço e consideração pela esposa. Cl. 3.19; I Pe. 3.7.

4) Lealdade e fidelidade totais na vivência conjugal; Mt. 5.27,28; Ef. 5.31.

* A esposa ideal (inclusive esposa de obreiro)

A esposa tem a tarefa, dada por Deus, de ajudar ao marido e submeter-se a ele "no Senhor". Seu dever para com o marido inclui:

1) O amor (Tt. 2.4)

2) O respeito (Ef. 5.31; I Pe 3.1 e 2)

3) A ajuda (Gn. 2.18)

4) A pureza (Tt. 2.5; I Pe. 3.2)

5) A submissão (Ef. 5.22; I Pe. 3.5)

6) Um espírot manso e quieto (I Pe. 3.4)

7) E o ser uma boa mãe (Tt. 2.4)

8) E o dona de casa (I Tm. 2.15; 5.14; Tt. 2.5)

As mulheres podem exercer uma influência transformadora, desde que estejam prontas a entregar seu caminho e sua vontade a Deus para confiar a Ele o controle de seus pensamentos, suas afeições e sua existência.

A mulher sabia e piedosa faz do seu lar um lugar de refúgio, de paz e de alegria. Ao passo que a mulher imprudente se descuida da sua casa e família. (Pv. 14.1).

* Propagação, proteção e formação do gênero humano, através dos filhos, no lar. Gn. 1.28

Deus deu ao homem e a mulher o encargo de serem frutíferos, de dominarem sobre a Terra e o reino animal. Foram criados para constituírem lares para a família. Esse propósito de Deus, declarado na criação, indica que ele volta-se para a família que o serve, e que a criação de filhos é algo de máxima prioridade no mundo.

* Estabelecimento de novos lares, isto é, novas famílias. (Mt. 19.5)

Os jovens que pensam em casar-se, devem considerar qual será o caráter e influência do lar que vão fundar.

Antes de assumir as responsábilidades que o matrimônio envolve, o moço e a moça devem estar preparados para enfrentar os deveres e fardos da vida conjugal.

Um lar só poderá ser próspero se ambos estiverem preparados espiritualmente. Através do casamento "no Senhor" o mundo pode ver o relacionamento entre Cristo e sua Igreja.

Para que faz parte desta interatividade.





Oi amiga(o) recentemente eu criei a comunidade do Carlos fahed onde eu posto algumas mensagens, gostaria que vc fizesse parte desta interatividade também! Essa comunidade fora criada para substituir a minha pimeira comunidade pois por motivo de segurança fora comprometida pois eu não consigo postar nada nela . ficaria muito feliz! em ver vc fazendo parte da minha comunidade do Carlos fahed. um grande abraço e bjuus no coração!http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=101195536

sábado, 15 de maio de 2010

No livro de Jonas, capítulo 1, versos 1 a 3, lemos:


No livro de No livro de Jonas, capítulo 1, versos 1 a 3, lemos:

"E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até à minha presença. Porém, Jonas se levantou para fugir da presença do SENHOR para Társis. E descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, para longe da presença do SENHOR."

As duas primeiras coisas que queremos ver aqui é que Deus escolheu e comissionou Seu pregador. Terceiro, Deus disse ao Seu pregador para clamar contra Nínive — isto é, proclamar a mensagem de arrependimento. A cidade de Nínive era a capital do Império Assírio e, naquele tempo, seus exércitos ameaçavam Israel. Os guerreiros assírios eram considerados os mais sanguinários e brutais e gostavam de inventar novas formas de torturar os prisioneiros. Freqüentemente, arrancavam a pele das pessoas ou as erguiam no ar espetadas no peito por uma grande lança. Talvez, pelo fato de conhecer a crueldade dos assírios, Jonas tenha relutado, pois seu próprio povo já tinha sofrido muito nas mãos deles.

Jonas fez o que muitos homens fizeram, discordando do chamado de Deus. "Deus deve estar brincando comigo! Eu quero é mais que Nínive seja mesmo destruída!" Assim, Jonas tentou fugir de Deus! Observe que ele desceu até a cidade portuária de Jope, para dali fugir para Társis — o destino mais remoto para onde ele poderia ir. É interessante observar quantas vezes encontramos na Bíblia a expressão que "alguém desceu para algum lugar" — quando está vivendo fora da vontade de Deus. "Descer ao Egito" é mencionado diversas vezes, pois o Egito é uma figura do mundo. Sansão desceu a Timna, etc. Os homens fogem de Deus por diversas razões: medo, fama, fortuna, fraqueza e, algumas vezes, por pura tolice — mas nunca fé! Jonas fugiu por causa do ódio pessoal contra aqueles a quem tinha sido enviado. Ele sabia que, se o povo de Nínive ouvisse a mensagem e se arrependesse, Deus os perdoaria e pouparia da destruição. No entanto, Jonas queria que todos eles fossem para o inferno! "Não, não, mil vezes não — que vão para o inferno, pois é o que merecem", era a atitude de Jonas. Mais tarde, após Deus persuadi-lo a ir (na verdade, a contragosto), Jonas acaba emburrado e pedindo que Deus o faça morrer. Seus sentimentos pessoais estavam tentando interferir com o modo de Deus agir. Aparentemente, Jonas não entendia, mas aos olhos de Deus ele não era melhor — não era mais justo — do que aqueles a quem odiava. Receio que hoje, muitos cristãos tenham a mesma falsa suposição. O apóstolo Paulo diz em Romanos 3:10: "Não há justo, nem um sequer". A palavra "sequer" inclui todos nós, salvos e perdidos da mesma forma. A única justiça que um cristão tem é justiça imputada — a de Jesus Cristo, que Ele nos dá. Sem que essa justiça seja atribuída a nós, ninguém poderia ir aos céus. A partir disso, podemos ver que a atitude de Jonas era completamente errada e nenhum de nós deve pensar de si mesmo mais do que convém. [Romanos 12:3].

Jonas está determinado a fugir da ordem de Deus, mas Deus está infinitamente mais determinado a fazê-lo obedecer. Disputar quem tem a vontade mais forte com Deus não é uma competição justa! Jonas poderia ter sido interrompido em qualquer ponto em sua viagem para Jope, mas Deus permitiu que ele comprasse a passagem e embarcasse no navio fenício que ia para Társis. Exausto da caminhada, Jonas entra no porão do navio e adormece. Enquanto ele está dormindo, Deus prepara uma grande tempestade no mar — na verdade uma tormenta tão grande que os marinheiros ficam apavorados e o capitão acorda Jonas e pede que ele ore ao seu Deus! A tripulação começa a lançar a sorte (diríamos hoje, "tirar palitinhos") para determinar por causa de quem sobreveio todo aquele mal. Jonas é identificado como o culpado, e eles o interrogam para saber o motivo de todo aquele problema. Jonas admite que estava desobedecendo ao seu Deus — fugindo da sua presença — e os marinheiros ficam revoltados com a atitude dele. Eles então perguntam o que podem fazer para reverter a situação e fazer a tempestade passar. Acho que a resposta de Jonas os pegou de surpresa, pois ele lhes disse que deveriam lançá-lo ao mar! Bem, mesmo aqueles marinheiros pagãos não eram homens sem coração, de modo que relutaram e procuraram de todas as formas levar o navio de volta a terra. Quando reconheceram que seus esforços eram vãos, pois a tempestade ficava cada vez pior, eles acabam orando ao Deus de Jonas — pedindo que Ele os poupasse e os perdoasse pelo que precisariam fazer! Quando tudo o mais não funciona, lance o profeta ao mar — e assim eles fizeram! Quando a tempestade parou miraculosamente, ficaram tão impressionados que adoraram ao Deus de Jonas, ofereceram sacrifícios e fizeram os votos normais que os homens fazem quando passam por esse tipo de experiência emocional. (E logo esquecem tudo.) Seria fácil espiritualizar suas ações e compará-las à salvação, mas isso é altamente improvável.

O próximo evento então tem sido criticado, ridicularizado e declarado como impossível — mas o próprio Jesus Cristo citou essa "história do peixe" como sendo representativa da sua própria morte, sepultamento e ressurreição. Começando no verso 17 do capítulo 1, lemos o seguinte:

"Preparou, pois, o SENHOR um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe."

O verso 1 do capítulo 2 continua:

"E orou Jonas ao SENHOR, seu Deus, das entranhas do peixe. E disse: Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz. Porque tu me lançaste no profundo, no coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado por cima de mim. E eu disse: Lançado estou de diante dos teus olhos; todavia tornarei a ver o teu santo templo. As águas me cercaram até à alma, o abismo me rodeou, e as algas se enrolaram na minha cabeça. Eu desci até aos fundamentos dos montes; a terra me encerrou para sempre com os seus ferrolhos; mas tu fizeste subir a minha vida da perdição, ó SENHOR meu Deus. Quando desfalecia em mim a minha alma, lembrei-me do SENHOR; e entrou a ti a minha oração, no teu santo templo. Os que observam as falsas vaidades deixam a sua misericórdia. Mas eu te oferecerei sacrifício com a voz do agradecimento; o que votei pagarei. Do SENHOR vem a salvação. Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra seca." [Jonas 2:1-10].


A primeira coisa que precisamos ver é que Deus preparou um peixe para engolir Jonas! É possível que esse peixe tenha sido uma baleia ou um tubarão-baleia — ambos podem engolir um homem adulto. Existe o registro de uma baleia que destruiu um pequeno barco de onde os pescadores estavam tentando atingi-la com um arpão, mas que foi pega horas depois. Pelo menos um dos homens estava desaparecido do barco que fora atingido, e era tido como morto afogado. No entanto, quando abriram a barriga da baleia, lá estava o marinheiro desaparecido! Ele estava todo branco, devido aos ácidos no estômago da baleia e ficou insano por vários dias, mas estava vivo e posteriormente recuperou os sentidos! Esse é um incidente interessante e mostra que um homem pode sobreviver por certo tempo dentro do ventre de uma criatura marinha. No entanto, eu creio, ao contrário da noção popular, que Jonas de fato morreu! Observe no verso 6 do nosso texto que ele diz "contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida" e as palavras poéticas de Jonas parecem pintar um quadro de morte, sepultamento e depois de ressurreição. Também acredito que o fato de o Senhor Jesus ter usado Jonas como uma ilustração da sua própria morte, sepultamento e ressurreição, permite essa interpretação. Mas, seja lá o que tenha ocorrido, após três dias e três noites no ventre do peixe, Jonas foi vomitado sem cerimônia em uma praia. Falemos sobre como endireitar um pregador. Primeiro, Deus matriculou Jonas na "Universidade da Baleia". A oração de Jonas quando estava no ventre do peixe foi sua dissertação de doutorado. Após Deus transformar o coração de Jonas, este finalmente pegou a estrada para Nínive!

Certa vez, um fazendeiro vendeu uma mula para seu vizinho e após certo tempo, o comprador trouxe a mula de volta reclamando que não conseguia arar com ela, pois simplesmente não o obedecia! "Ah, desculpe, esqueci totalmente de lhe dizer", disse o antigo dono, apanhando uma vara que estava caída no chão, e batendo depois na cabeça da mula! Imediatamente, a mula passou a obedecer cada ordem que recebia. A explicação é que "algumas vezes, temos de chamar a atenção da mula!" Jonas estava se comportando como uma mula, pois sabia o que precisava fazer, mas não estava disposto a fazê-lo, até Deus chamar sua atenção.

Em seguida, lemos nos versos 1 e 2 do capítulo 3:

"E veio a palavra do SENHOR segunda vez a Jonas, dizendo: Levanta-te, e vai à grande cidade de Nínive, e prega contra ela a mensagem que eu te digo."

Jonas recebe sua ordem para marchar novamente. Você não fica contente em ver que nosso Deus sempre concede uma "segunda chance"? Eu fico! Se nossa salvação dependesse da nossa imediata e total obediência, nenhum de nós entraria nos céus. Observe também que Deus não lhe permitiu pregar aquilo que "estava em seu coração" — sem dúvida um sermão no qual ele pediria que Deus não tivesse misericórdia e que destruísse a todos. Não, Deus lhe dá instruções explícitas para pregar exatamente a mensagem que Ele vai lhe dar — não a resenha de um livro, nem sua própria opinião, não o que sua mãe ou os diáconos lhe pediram para pregar. Nem mesmo o que ele quer pregar da Palavra de Deus, mas estritamente a mensagem dada por Deus. "Mas Deus, se eu pregar sobre isto, as pessoas ficarão aborrecidas e não voltarão mais!" Louvado seja o Senhor! Essa "espada de dois gumes" divide e, se vier a ofender alguém, que assim seja! Muitos (talvez a maioria) dos pregadores têm essa idéia que sua principal responsabilidade é com a popularidade, para que o número de pessoas na congregação seja bom. Deus não está impressionado com popularidade ou com os números. Aqueles que deixam de declarar todo o desígnio de Deus estão no caminho de Jope, percebam ou não, e estão cometendo um grande erro. É muito mais fácil pregar sobre o amor de Deus e sobre o fruto do espírito do que "tosquiar as ovelhas", falando sobre os pecados da carne, mas algumas vezes Deus insiste que façamos nosso trabalho de redarguir, repreender e exortar! [2 Timóteo 4] Se houve um tempo na história desta nação quando o arrependimento e o reavivamento são desesperadamente necessários, esse tempo é agora! Somos uma civilização decadente e paganizada, a despeito de todas as afirmações em contrário, e qualquer idiota pode discernir a rápida deterioração da nossa fibra moral e espiritual. Nossos adolescentes estão se matando uns aos outros, nosso governo está falido moralmente — mas os analistas com óculos de lentes cor-de-rosa insistem que tudo está bem, pois a economia continua prosperando. Que Deus nos ajude! "Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos." [Jeremias 8:20].

Vejamos que mensagem Deus deu a Jonas para pregar. Era uma mensagem de 30 a 45 minutos de duração, com rimas para dar maior ênfase e terminava com um poema. Certo? Não, ela consistia de apenas sete ou oito palavras na nossa tradução portuguesa e foi "pregada" por um homem que certamente não tinha no seu coração aquilo que estava dizendo. Ele foi forçado a pregar aquela mensagem. Na nossa mente, podemos imaginar Jonas entrando na grande cidade, olhando temerosamente para os lados, esperando a qualquer momento ser reconhecido como judeu e atacado — somente seu medo excedia seu ódio por aquele povo. Após caminhar aproximadamente um terço da distância, percorrendo a grande cidade, ele tomou coragem e começou a clamar: "Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida." Você pode imaginar alguns dos comentários que uma mensagem como essa receberia em nosso país hoje? "Rapaz, que sermão sem graça! É curto demais, não tem assunto nem estilo! Ouvi-lo é uma perda de tempo!" No entanto, aqueles que fizessem esses comentários estariam deixando de reconhecer o aspecto sobrenatural da mensagem. Era a Palavra de Deus para Nínive e para o Império Assírio, e a Palavra de Deus nunca volta vazia, ela sempre realiza seu trabalho! Nós, pregadores, precisamos nos preocupar mais com o que Deus diz, em vez de como moveremos o coração dos homens. Um pregador amigo meu sempre faz o comentário que não podemos nem mesmo criar ansiedade na mente dos nossos ouvintes.

Jonas continuou percorrendo aquela grande cidade proclamando a simples mensagem de arrependimento e o resultado foi sem paralelos em toda a história humana! A Palavra de Deus diz que do maior (o rei) até o menor, os ninivitas creram na mensagem pregada por Jonas, arrependeram-se da sua impiedade e humilharam-se diante de Deus! Por causa do arrependimento genuíno deles, Deus reteve sua mão de julgamento até um tempo posterior. A história registra que muitos anos mais tarde, os ninivitas voltaram aos seus caminhos pecaminosos e Deus acabou destruindo o império assírio, mas isto mostra o que Deus pode fazer nos corações dos homens. Mesmo nas mãos de um indivíduo relutante e sem entusiasmo, a mensagem de Deus alcançou o resultado desejado. Por outro lado, a Palavra de Deus pregada pelo mais eloquente e dinâmico pregador do mundo não alcança nada similar, se o Espírito Santo não atuar. A pregação sem o poder pode e, rotineiramente, enche os bancos das igrejas e os gazofilácios de ofertas, mas o Tribunal de Contas de Cristo é que será o padrão de avaliação — não o sucesso relativo conforme visto pelo homem.

Finalmente, no capítulo 4, vemos Jonas fora de Nínive, olhando para a cidade e achando que aquela demonstração de conversão fosse apenas fingimento da parte dos ninivitas. Talvez Deus descubra que eles estão apenas fingindo e os destrua. Apesar de ter testemunhado um tremendo milagre, a raiva de Jonas por aquele povo continuava a ofuscar qualquer vestígio de compaixão. Agora que seus piores temores se concretizaram e Deus realmente poupara aquele povo, Jonas fica irado! No entanto, Deus trata esse pregador petulante como se fosse uma criança. Começando no verso 1 do capítulo 4, temos:

"Mas isso desagradou extremamente a Jonas, e ele ficou irado. E orou ao SENHOR, e disse: Ah! SENHOR! Não foi esta minha palavra, estando ainda na minha terra? Por isso é que me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que te arrependes do mal. Peço-te, pois, ó SENHOR, tira-me a vida, porque melhor me é morrer do que viver. E disse o SENHOR: Fazes bem que assim te ires? Então Jonas saiu da cidade, e sentou-se ao oriente dela; e ali fez uma cabana, e sentou-se debaixo dela, à sombra, até ver o que aconteceria à cidade. E fez o SENHOR Deus nascer uma aboboreira, e ela subiu por cima de Jonas, para que fizesse sombra sobre a sua cabeça, a fim de o livrar do seu enfado; e Jonas se alegrou em extremo por causa da aboboreira. Mas Deus enviou um verme, no dia seguinte ao subir da alva, o qual feriu a aboboreira, e esta se secou. E aconteceu que, aparecendo o sol, Deus mandou um vento calmoso oriental, e o sol feriu a cabeça de Jonas; e ele desmaiou, e desejou com toda a sua alma morrer, dizendo: Melhor me é morrer do que viver. Então disse Deus a Jonas: Fazes bem que assim te ires por causa da aboboreira? E ele disse: Faço bem que me revolte até à morte. E disse o SENHOR: Tiveste tu compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer, que numa noite nasceu, e numa noite pereceu; e não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que estão mais de cento e vinte mil homens que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e também muitos animais?" [Jonas 4:1-11].

Jonas está agindo como uma criança teimosa, de modo que Deus o trata da forma apropriada! Quase podemos ouvir Deus usando "linguagem infantil" em suas respostas a Jonas — "Pobrezinho, está magoado comigo? Venha, sente-se aqui debaixo da sombra desta planta. Epa, o verme malvado comeu a planta e o sol e o vento quente estão fazendo meu menino desmaiar?" Esta maneira condescendente tem o objetivo de deixar Jonas constrangido por sua atitude infantil e, ao mesmo tempo, mostrar-lhe a grandeza da graça de Deus para um povo que não merecia Sua misericórdia. O ódio de Jonas pelos ninivitas era compreensível, considerando-se toda a maldade que eles perpetraram, mas e as 120.000 pessoas, sem mencionar os animais, que sofreriam se Deus destruísse a cidade? Nossa velha, caída e depravada natureza humana raramente vê o "quadro grande", pois somos egoístas e queremos que tudo seja feito da nossa maneira. Deus não devia explicações a Jonas, mas graciosa e pacientemente explicou Sua vontade soberana a ele. Sim, Deus preparou um pregador, providenciou um grande peixe, uma planta, um verme e um vento quente para realizar sua boa e perfeita vontade. O peixe era tudo o que era necessário para que o trabalho do pregador fosse realizado — a planta, o verme e o vento foram para a instrução de Jonas!


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Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
capítulo 1, versos 1 a 3, lemos:

"E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até à minha presença. Porém, Jonas se levantou para fugir da presença do SENHOR para Társis. E descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, para longe da presença do SENHOR."

As duas primeiras coisas que queremos ver aqui é que Deus escolheu e comissionou Seu pregador. Terceiro, Deus disse ao Seu pregador para clamar contra Nínive — isto é, proclamar a mensagem de arrependimento. A cidade de Nínive era a capital do Império Assírio e, naquele tempo, seus exércitos ameaçavam Israel. Os guerreiros assírios eram considerados os mais sanguinários e brutais e gostavam de inventar novas formas de torturar os prisioneiros. Freqüentemente, arrancavam a pele das pessoas ou as erguiam no ar espetadas no peito por uma grande lança. Talvez, pelo fato de conhecer a crueldade dos assírios, Jonas tenha relutado, pois seu próprio povo já tinha sofrido muito nas mãos deles.

Jonas fez o que muitos homens fizeram, discordando do chamado de Deus. "Deus deve estar brincando comigo! Eu quero é mais que Nínive seja mesmo destruída!" Assim, Jonas tentou fugir de Deus! Observe que ele desceu até a cidade portuária de Jope, para dali fugir para Társis — o destino mais remoto para onde ele poderia ir. É interessante observar quantas vezes encontramos na Bíblia a expressão que "alguém desceu para algum lugar" — quando está vivendo fora da vontade de Deus. "Descer ao Egito" é mencionado diversas vezes, pois o Egito é uma figura do mundo. Sansão desceu a Timna, etc. Os homens fogem de Deus por diversas razões: medo, fama, fortuna, fraqueza e, algumas vezes, por pura tolice — mas nunca fé! Jonas fugiu por causa do ódio pessoal contra aqueles a quem tinha sido enviado. Ele sabia que, se o povo de Nínive ouvisse a mensagem e se arrependesse, Deus os perdoaria e pouparia da destruição. No entanto, Jonas queria que todos eles fossem para o inferno! "Não, não, mil vezes não — que vão para o inferno, pois é o que merecem", era a atitude de Jonas. Mais tarde, após Deus persuadi-lo a ir (na verdade, a contragosto), Jonas acaba emburrado e pedindo que Deus o faça morrer. Seus sentimentos pessoais estavam tentando interferir com o modo de Deus agir. Aparentemente, Jonas não entendia, mas aos olhos de Deus ele não era melhor — não era mais justo — do que aqueles a quem odiava. Receio que hoje, muitos cristãos tenham a mesma falsa suposição. O apóstolo Paulo diz em Romanos 3:10: "Não há justo, nem um sequer". A palavra "sequer" inclui todos nós, salvos e perdidos da mesma forma. A única justiça que um cristão tem é justiça imputada — a de Jesus Cristo, que Ele nos dá. Sem que essa justiça seja atribuída a nós, ninguém poderia ir aos céus. A partir disso, podemos ver que a atitude de Jonas era completamente errada e nenhum de nós deve pensar de si mesmo mais do que convém. [Romanos 12:3].

Jonas está determinado a fugir da ordem de Deus, mas Deus está infinitamente mais determinado a fazê-lo obedecer. Disputar quem tem a vontade mais forte com Deus não é uma competição justa! Jonas poderia ter sido interrompido em qualquer ponto em sua viagem para Jope, mas Deus permitiu que ele comprasse a passagem e embarcasse no navio fenício que ia para Társis. Exausto da caminhada, Jonas entra no porão do navio e adormece. Enquanto ele está dormindo, Deus prepara uma grande tempestade no mar — na verdade uma tormenta tão grande que os marinheiros ficam apavorados e o capitão acorda Jonas e pede que ele ore ao seu Deus! A tripulação começa a lançar a sorte (diríamos hoje, "tirar palitinhos") para determinar por causa de quem sobreveio todo aquele mal. Jonas é identificado como o culpado, e eles o interrogam para saber o motivo de todo aquele problema. Jonas admite que estava desobedecendo ao seu Deus — fugindo da sua presença — e os marinheiros ficam revoltados com a atitude dele. Eles então perguntam o que podem fazer para reverter a situação e fazer a tempestade passar. Acho que a resposta de Jonas os pegou de surpresa, pois ele lhes disse que deveriam lançá-lo ao mar! Bem, mesmo aqueles marinheiros pagãos não eram homens sem coração, de modo que relutaram e procuraram de todas as formas levar o navio de volta a terra. Quando reconheceram que seus esforços eram vãos, pois a tempestade ficava cada vez pior, eles acabam orando ao Deus de Jonas — pedindo que Ele os poupasse e os perdoasse pelo que precisariam fazer! Quando tudo o mais não funciona, lance o profeta ao mar — e assim eles fizeram! Quando a tempestade parou miraculosamente, ficaram tão impressionados que adoraram ao Deus de Jonas, ofereceram sacrifícios e fizeram os votos normais que os homens fazem quando passam por esse tipo de experiência emocional. (E logo esquecem tudo.) Seria fácil espiritualizar suas ações e compará-las à salvação, mas isso é altamente improvável.

O próximo evento então tem sido criticado, ridicularizado e declarado como impossível — mas o próprio Jesus Cristo citou essa "história do peixe" como sendo representativa da sua própria morte, sepultamento e ressurreição. Começando no verso 17 do capítulo 1, lemos o seguinte:

"Preparou, pois, o SENHOR um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe."

O verso 1 do capítulo 2 continua:

"E orou Jonas ao SENHOR, seu Deus, das entranhas do peixe. E disse: Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz. Porque tu me lançaste no profundo, no coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado por cima de mim. E eu disse: Lançado estou de diante dos teus olhos; todavia tornarei a ver o teu santo templo. As águas me cercaram até à alma, o abismo me rodeou, e as algas se enrolaram na minha cabeça. Eu desci até aos fundamentos dos montes; a terra me encerrou para sempre com os seus ferrolhos; mas tu fizeste subir a minha vida da perdição, ó SENHOR meu Deus. Quando desfalecia em mim a minha alma, lembrei-me do SENHOR; e entrou a ti a minha oração, no teu santo templo. Os que observam as falsas vaidades deixam a sua misericórdia. Mas eu te oferecerei sacrifício com a voz do agradecimento; o que votei pagarei. Do SENHOR vem a salvação. Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra seca." [Jonas 2:1-10].


A primeira coisa que precisamos ver é que Deus preparou um peixe para engolir Jonas! É possível que esse peixe tenha sido uma baleia ou um tubarão-baleia — ambos podem engolir um homem adulto. Existe o registro de uma baleia que destruiu um pequeno barco de onde os pescadores estavam tentando atingi-la com um arpão, mas que foi pega horas depois. Pelo menos um dos homens estava desaparecido do barco que fora atingido, e era tido como morto afogado. No entanto, quando abriram a barriga da baleia, lá estava o marinheiro desaparecido! Ele estava todo branco, devido aos ácidos no estômago da baleia e ficou insano por vários dias, mas estava vivo e posteriormente recuperou os sentidos! Esse é um incidente interessante e mostra que um homem pode sobreviver por certo tempo dentro do ventre de uma criatura marinha. No entanto, eu creio, ao contrário da noção popular, que Jonas de fato morreu! Observe no verso 6 do nosso texto que ele diz "contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida" e as palavras poéticas de Jonas parecem pintar um quadro de morte, sepultamento e depois de ressurreição. Também acredito que o fato de o Senhor Jesus ter usado Jonas como uma ilustração da sua própria morte, sepultamento e ressurreição, permite essa interpretação. Mas, seja lá o que tenha ocorrido, após três dias e três noites no ventre do peixe, Jonas foi vomitado sem cerimônia em uma praia. Falemos sobre como endireitar um pregador. Primeiro, Deus matriculou Jonas na "Universidade da Baleia". A oração de Jonas quando estava no ventre do peixe foi sua dissertação de doutorado. Após Deus transformar o coração de Jonas, este finalmente pegou a estrada para Nínive!

Certa vez, um fazendeiro vendeu uma mula para seu vizinho e após certo tempo, o comprador trouxe a mula de volta reclamando que não conseguia arar com ela, pois simplesmente não o obedecia! "Ah, desculpe, esqueci totalmente de lhe dizer", disse o antigo dono, apanhando uma vara que estava caída no chão, e batendo depois na cabeça da mula! Imediatamente, a mula passou a obedecer cada ordem que recebia. A explicação é que "algumas vezes, temos de chamar a atenção da mula!" Jonas estava se comportando como uma mula, pois sabia o que precisava fazer, mas não estava disposto a fazê-lo, até Deus chamar sua atenção.

Em seguida, lemos nos versos 1 e 2 do capítulo 3:

"E veio a palavra do SENHOR segunda vez a Jonas, dizendo: Levanta-te, e vai à grande cidade de Nínive, e prega contra ela a mensagem que eu te digo."

Jonas recebe sua ordem para marchar novamente. Você não fica contente em ver que nosso Deus sempre concede uma "segunda chance"? Eu fico! Se nossa salvação dependesse da nossa imediata e total obediência, nenhum de nós entraria nos céus. Observe também que Deus não lhe permitiu pregar aquilo que "estava em seu coração" — sem dúvida um sermão no qual ele pediria que Deus não tivesse misericórdia e que destruísse a todos. Não, Deus lhe dá instruções explícitas para pregar exatamente a mensagem que Ele vai lhe dar — não a resenha de um livro, nem sua própria opinião, não o que sua mãe ou os diáconos lhe pediram para pregar. Nem mesmo o que ele quer pregar da Palavra de Deus, mas estritamente a mensagem dada por Deus. "Mas Deus, se eu pregar sobre isto, as pessoas ficarão aborrecidas e não voltarão mais!" Louvado seja o Senhor! Essa "espada de dois gumes" divide e, se vier a ofender alguém, que assim seja! Muitos (talvez a maioria) dos pregadores têm essa idéia que sua principal responsabilidade é com a popularidade, para que o número de pessoas na congregação seja bom. Deus não está impressionado com popularidade ou com os números. Aqueles que deixam de declarar todo o desígnio de Deus estão no caminho de Jope, percebam ou não, e estão cometendo um grande erro. É muito mais fácil pregar sobre o amor de Deus e sobre o fruto do espírito do que "tosquiar as ovelhas", falando sobre os pecados da carne, mas algumas vezes Deus insiste que façamos nosso trabalho de redarguir, repreender e exortar! [2 Timóteo 4] Se houve um tempo na história desta nação quando o arrependimento e o reavivamento são desesperadamente necessários, esse tempo é agora! Somos uma civilização decadente e paganizada, a despeito de todas as afirmações em contrário, e qualquer idiota pode discernir a rápida deterioração da nossa fibra moral e espiritual. Nossos adolescentes estão se matando uns aos outros, nosso governo está falido moralmente — mas os analistas com óculos de lentes cor-de-rosa insistem que tudo está bem, pois a economia continua prosperando. Que Deus nos ajude! "Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos." [Jeremias 8:20].

Vejamos que mensagem Deus deu a Jonas para pregar. Era uma mensagem de 30 a 45 minutos de duração, com rimas para dar maior ênfase e terminava com um poema. Certo? Não, ela consistia de apenas sete ou oito palavras na nossa tradução portuguesa e foi "pregada" por um homem que certamente não tinha no seu coração aquilo que estava dizendo. Ele foi forçado a pregar aquela mensagem. Na nossa mente, podemos imaginar Jonas entrando na grande cidade, olhando temerosamente para os lados, esperando a qualquer momento ser reconhecido como judeu e atacado — somente seu medo excedia seu ódio por aquele povo. Após caminhar aproximadamente um terço da distância, percorrendo a grande cidade, ele tomou coragem e começou a clamar: "Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida." Você pode imaginar alguns dos comentários que uma mensagem como essa receberia em nosso país hoje? "Rapaz, que sermão sem graça! É curto demais, não tem assunto nem estilo! Ouvi-lo é uma perda de tempo!" No entanto, aqueles que fizessem esses comentários estariam deixando de reconhecer o aspecto sobrenatural da mensagem. Era a Palavra de Deus para Nínive e para o Império Assírio, e a Palavra de Deus nunca volta vazia, ela sempre realiza seu trabalho! Nós, pregadores, precisamos nos preocupar mais com o que Deus diz, em vez de como moveremos o coração dos homens. Um pregador amigo meu sempre faz o comentário que não podemos nem mesmo criar ansiedade na mente dos nossos ouvintes.

Jonas continuou percorrendo aquela grande cidade proclamando a simples mensagem de arrependimento e o resultado foi sem paralelos em toda a história humana! A Palavra de Deus diz que do maior (o rei) até o menor, os ninivitas creram na mensagem pregada por Jonas, arrependeram-se da sua impiedade e humilharam-se diante de Deus! Por causa do arrependimento genuíno deles, Deus reteve sua mão de julgamento até um tempo posterior. A história registra que muitos anos mais tarde, os ninivitas voltaram aos seus caminhos pecaminosos e Deus acabou destruindo o império assírio, mas isto mostra o que Deus pode fazer nos corações dos homens. Mesmo nas mãos de um indivíduo relutante e sem entusiasmo, a mensagem de Deus alcançou o resultado desejado. Por outro lado, a Palavra de Deus pregada pelo mais eloquente e dinâmico pregador do mundo não alcança nada similar, se o Espírito Santo não atuar. A pregação sem o poder pode e, rotineiramente, enche os bancos das igrejas e os gazofilácios de ofertas, mas o Tribunal de Contas de Cristo é que será o padrão de avaliação — não o sucesso relativo conforme visto pelo homem.

Finalmente, no capítulo 4, vemos Jonas fora de Nínive, olhando para a cidade e achando que aquela demonstração de conversão fosse apenas fingimento da parte dos ninivitas. Talvez Deus descubra que eles estão apenas fingindo e os destrua. Apesar de ter testemunhado um tremendo milagre, a raiva de Jonas por aquele povo continuava a ofuscar qualquer vestígio de compaixão. Agora que seus piores temores se concretizaram e Deus realmente poupara aquele povo, Jonas fica irado! No entanto, Deus trata esse pregador petulante como se fosse uma criança. Começando no verso 1 do capítulo 4, temos:

"Mas isso desagradou extremamente a Jonas, e ele ficou irado. E orou ao SENHOR, e disse: Ah! SENHOR! Não foi esta minha palavra, estando ainda na minha terra? Por isso é que me preveni, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em benignidade, e que te arrependes do mal. Peço-te, pois, ó SENHOR, tira-me a vida, porque melhor me é morrer do que viver. E disse o SENHOR: Fazes bem que assim te ires? Então Jonas saiu da cidade, e sentou-se ao oriente dela; e ali fez uma cabana, e sentou-se debaixo dela, à sombra, até ver o que aconteceria à cidade. E fez o SENHOR Deus nascer uma aboboreira, e ela subiu por cima de Jonas, para que fizesse sombra sobre a sua cabeça, a fim de o livrar do seu enfado; e Jonas se alegrou em extremo por causa da aboboreira. Mas Deus enviou um verme, no dia seguinte ao subir da alva, o qual feriu a aboboreira, e esta se secou. E aconteceu que, aparecendo o sol, Deus mandou um vento calmoso oriental, e o sol feriu a cabeça de Jonas; e ele desmaiou, e desejou com toda a sua alma morrer, dizendo: Melhor me é morrer do que viver. Então disse Deus a Jonas: Fazes bem que assim te ires por causa da aboboreira? E ele disse: Faço bem que me revolte até à morte. E disse o SENHOR: Tiveste tu compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer, que numa noite nasceu, e numa noite pereceu; e não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive em que estão mais de cento e vinte mil homens que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e também muitos animais?" [Jonas 4:1-11].

Jonas está agindo como uma criança teimosa, de modo que Deus o trata da forma apropriada! Quase podemos ouvir Deus usando "linguagem infantil" em suas respostas a Jonas — "Pobrezinho, está magoado comigo? Venha, sente-se aqui debaixo da sombra desta planta. Epa, o verme malvado comeu a planta e o sol e o vento quente estão fazendo meu menino desmaiar?" Esta maneira condescendente tem o objetivo de deixar Jonas constrangido por sua atitude infantil e, ao mesmo tempo, mostrar-lhe a grandeza da graça de Deus para um povo que não merecia Sua misericórdia. O ódio de Jonas pelos ninivitas era compreensível, considerando-se toda a maldade que eles perpetraram, mas e as 120.000 pessoas, sem mencionar os animais, que sofreriam se Deus destruísse a cidade? Nossa velha, caída e depravada natureza humana raramente vê o "quadro grande", pois somos egoístas e queremos que tudo seja feito da nossa maneira. Deus não devia explicações a Jonas, mas graciosa e pacientemente explicou Sua vontade soberana a ele. Sim, Deus preparou um pregador, providenciou um grande peixe, uma planta, um verme e um vento quente para realizar sua boa e perfeita vontade. O peixe era tudo o que era necessário para que o trabalho do pregador fosse realizado — a planta, o verme e o vento foram para a instrução de Jonas!


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Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Fonte deste Estudo maavilhoso; Autor: Pr. Ron Riffe
Patrocinado por: V. H. P. — Rio Grande do Sul
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/p125.asp

Jonas (profeta)


Jonas (do hebraico יוֹנָה [yõnãh], "[[, pelo latim Ionas) foi um profeta israelita da Tribo de Zebulão, filho de Amitai, natural Gete-Héfer. Profetizou durante o reinado de Jeroboão II, Rei de Israel Setentrional. (II Reis 14:25; Jonas 1:1) Crê-se que tenha sido o escritor do livro bíblico do Antigo Testamento que leva o seu nome.

Jonas é comissionado pelo Deus de Israel para ir a Nínive, capital da Assíria. A sua missão era admoestar os assírios que devido a sua crueldade e ao muito derramamento de sangue, iriam sofrer a ira Divina caso não se arrependessem dentro de quarenta dias. Os assírios eram famosos, por exemplo, por decapitar os povos vencidos, fazendo pirâmides com seus crânios. Crucificavam ou empalavam os prisioneiros, arrancavam seus olhos e os esfolavam vivos. Temendo pela sua vida, Jonas foge rumo a Társis, no SE da Península Ibérica (na moderna região da Andaluzia). Situa-se a aproximadamente 3.500 km do porto de Jope (a moderna Tel Aviv-Yafo).

Segundo o relato bíblico, durante a viagem acontece um violenta tempestade. Esta só acaba quando Jonas é lançado ao mar. Ele é engolido por um "grande peixe [em grego këtos]" (Jonas 1:17) e no seu estômago, passa três dias e três noites. Sentindo como se estivesse sepultado, nesta situação arrependido reconsidera a sua decisão. Tendo se arrependido, é vomitado pelo "grande peixe" numa praia e segue rumo para Nínive.


Pintura do profeta Jonas na Capela Sistina, Vaticano, por Miguel ÂngeloSegundo o livro de Jonas, os habitantes de Nínive (e povoados dependentes) mais dados à superstição e ao temor das divindades, teriam mostrado-se arrependidos de sua conduta sanguinária fazendo jejum e vestidos de sacos sarapilheira. Jonas se mostra desgostoso pela não destruição de Nínive e acaba por ser repreendido por isso. Cerca de cem anos depois, Naum, profeta israelita do Antigo Testamento, avisa que Nínive será destruída.

[editar] Narrativa do "grande peixe"
Para alguns exegetas bíblicos, este relato tem apenas um valor de caracter didático, não devendo ser interpretado como um acontecimento literal. A expressão "um grande peixe" do relato de Jonas não permite fazer uma identificação com qualquer tipo de ser marinho. Para os que acreditam no relato literal do "grande peixe", procuram identificar que espécie de ser marinho seria. Para uns terá sido um Cachalote, para outros, seria um Grande Tubarão-branco. Recentemente, foi sugerido um outro candidato - o Tubarão-baleia. (Ref.ª "Monstros gentis das Fundundezas" - Tubarões-baleia, National Geographic, Dezembro de 1992, Vol. 182, pág. 120-139) Há uma referência Bíblica em que diz que Jonas Esteve no ventre de uma baleia: "Assim como Jonas esteve no ventre da baleia três dias e três noites,..." (Mateus 12:40

quinta-feira, 13 de maio de 2010

RESTABELECENDO A FAMÍLIA SACERDOTAL - I Pedro 3:1-7



REESTABELECENDO A FAMÍLIA SACERDOTAL - I Pedro 3:1-7

Não é segredo que o alvo principal de Satanás contra a Igreja de Jesus é a saúde das famílias. Na medida que o inimigo fere o coração da família, todo o projeto de expansão do Reino do Filho Amado fica prejudicado. Por isso o texto que foi rhema de Deus para todos os líderes de células neste final de semana nos leva a reconhecer que Deus nos deu o ministério de reparar os muros de proteção da cidade e de reconstruir as ruas e moradias (Isaías 58:12).

Numa recente celebração de nossa rede de homens recebemos um novo discípulo que, tão logo conheceu o Evangelho tomou uma decisão: foi procurar a esposa, de quem estava separado, e reconciliar-se com ela. A Visão objetiva atingir famílias e restaura-las através do poder do Espírito.


a) O Sacerdócio do Marido e a Santidade da Mulher no lar: Como governo dos doze temos que oferecer à Igreja o modelo de família sacerdotal, onde o marido exerce seu papel de liderança responsável. Pedro reafirma este principio no texto bíblico, recomendando às mulheres que sejam sujeitas cada uma a seu marido (v. 1).

A capacidade de obedecer aos princípios de Deus – inclusive na questão do reconhecimento da autoridade do esposo no lar – é um enfeite que embeleza a vida a mulher cristã. A beleza da mulher não deve estar em enfeites exteriores, vestidos, penteados ou jóias, mas sim na observância dos princípios estabelecidos por Deus (v. 2).

Provérbios 11:22 afirma que há mulheres lindas, mas que não prezam por princípios de Deus e que se assemelham a jóia de ouro em focinho de porca! Assim como Deus usou santas mulheres no passado, o Reino carece hoje de santas mulheres. Tais esposas são mulheres que colocam sua esperança em Deus (v. 5) e que têm como exemplo Sara – de quem cada mulher aqui é filha:
enapagar
b) O Convívio da Família Sacerdotal:

i. Seja sábio no convívio – existe estupidez maior do que tratar o cônjuge como um adversário e não como um parceiro ou aliado? O raciocínio do apóstolo Paulo é o seguinte: ninguém maltrata a sua própria carne, antes cuida dela e a alimenta (Ef 5:29). Por outro lado, sabemos que há pessoas que cuidam muito mal de seus próprios corpos – agem com ignorância ou total falta de sabedoria.

ii. Honre o seu cônjuge! Há uma devida honra para cada um dentro do relacionamento familiar. Honra tem que ver com reconhecimento, recompensa. Reconhecer a autoridade é honrar. Ao marido, especificamente, Pedro recomenda: tratem-nas com honra, como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça da vida... (v. 7).

iii. Livrando o lar de maldições! A terrível implicação de não se guardar a saúde do convívio familiar está expressa no final do verso 7: de forma que não sejam interrompidas as suas orações.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Em Deus sempre haverá Esperança!


Se envelhecer na terra a sua raiz, e o seu tronco morrer no pó, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como uma planta."- Jó 14:8-9.

O Salmo 23 termina dizendo que a ...bondade e a misericórdia certamente (nos) seguirão todos os dias... entretanto, apesar das passagens bíblicas e das mensagens lidas, é possível que você tenha chegado a mais um final de semana frustrado(a), cansado(a), baqueado(a) e desanimado(a)... e outros "ados". Pois bem - estes são sentimentos comuns aos seres humanos, mas não devem e não podem impedir-nos de continuar avançando, orando, procurando, amando, crendo...

Vivemos um breve tempo sobre esta terra que em sua maioria está cheio de inquietações. Nascemos como uma flor com toda formosura, no entanto murchamos - fugimos como sombra e não permanecemos. O que era tão importante ontem, hoje parece não ser mais e o amanhã nos trará outros cuidados que sobrepujarão os de hoje. O dia de hoje JAMAIS se repetirá! A semana que passou, igualmente jamais reunirá os encontros, as palavras, as experiências e tudo que a marcou.

Deus tem o número de nossos dias e nos colocou limites, como poderíamos contender com o Todo-poderoso a fim de entrar em juízo com o mesmo? Poderíamos acrescentar alguns milésimos de segundos no decurso de nossas vidas sem que Ele não tenha concordância?

Nossa esperança está nEle, o supremo criador. Mesmo que venhamos nos sentir como uma árvore cortada, Ele nos renovará e nos fará brotar. Mesmo que a semana tenha sido duríssima e você se sinta como uma árvore que foi arrancada, cuja raiz tem envelhecido na terra... ainda que te sintas como um palanque inerte... saiba que há uma esperança...

Pense nisso: A ação do "cheiro das águas" fazendo brotar um tronco velho e sem raiz, pode ser (grosseiramente) ilustrado como aquele aroma gostoso de café quando está sendo coado. Alguém sente de longe, não o vê, não sabe o local exato de sua existência, mas sabe que é um "provável" delicioso café. Todo o processo que antecede alguém de experimenta-lo já terá ocorrido, embora muitos que o sentiram jamais participarão dele. Somente o cheiro produziu tudo isso! Agora, imaginemos o que Deus pode realizar se tivermos capacidade para "sentir" o "cheiro de Suas águas"?

Não creia no que seus olhos dizem ao mirar o espelho e sua mente sussurra: - O tempo está passando e estou está ficando para trás... É inevitável que envelheçamos! Isso é uma realidade.

Aquele que nos criou sabe da importância de cada ser sobre a face desta terra, e preocupado com isto Ele diz: - "Ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova e florescerá"...

Onde estão os seus sonhos? Por que tem alimentado a desistência em relação a eles, sendo que os tais não ferem nenhum princípio bíblico? Alimente seus sonhos e não a desistência deles!

Por que supõe em seu coração que eles não se realizarão? Não subestime ou limite Deus! Ele é soberano e devemos estar contente com nossa vida e o que temos, NÃO, porém, limitá-Lo em nossa existência...

Deixe seus sonhos serem tocados por este "cheiro de águas" que vem dos céus... Os celeiros do Senhor são inesgotáveis... Suas mãos abençoadoras... Seu amor não tem fim... Suas misericórdias se renovam a cada manhã...

"Porque eu sei que o meu redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra" - (Jó 19:25)

Alimente-se dessa inquestionável verdade!

Se envelhecer na terra a sua raiz, e o seu tronco morrer no pó, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como uma planta."- Jó 14:8-9.

O Salmo 23 termina dizendo que a ...bondade e a misericórdia certamente (nos) seguirão todos os dias... entretanto, apesar das passagens bíblicas e das mensagens lidas, é possível que você tenha chegado a mais um final de semana frustrado(a), cansado(a), baqueado(a) e desanimado(a)... e outros "ados". Pois bem - estes são sentimentos comuns aos seres humanos, mas não devem e não podem impedir-nos de continuar avançando, orando, procurando, amando, crendo...

Vivemos um breve tempo sobre esta terra que em sua maioria está cheio de inquietações. Nascemos como uma flor com toda formosura, no entanto murchamos - fugimos como sombra e não permanecemos. O que era tão importante ontem, hoje parece não ser mais e o amanhã nos trará outros cuidados que sobrepujarão os de hoje. O dia de hoje JAMAIS se repetirá! A semana que passou, igualmente jamais reunirá os encontros, as palavras, as experiências e tudo que a marcou.

Deus tem o número de nossos dias e nos colocou limites, como poderíamos contender com o Todo-poderoso a fim de entrar em juízo com o mesmo? Poderíamos acrescentar alguns milésimos de segundos no decurso de nossas vidas sem que Ele não tenha concordância?

Nossa esperança está nEle, o supremo criador. Mesmo que venhamos nos sentir como uma árvore cortada, Ele nos renovará e nos fará brotar. Mesmo que a semana tenha sido duríssima e você se sinta como uma árvore que foi arrancada, cuja raiz tem envelhecido na terra... ainda que te sintas como um palanque inerte... saiba que há uma esperança...

Pense nisso: A ação do "cheiro das águas" fazendo brotar um tronco velho e sem raiz, pode ser (grosseiramente) ilustrado como aquele aroma gostoso de café quando está sendo coado. Alguém sente de longe, não o vê, não sabe o local exato de sua existência, mas sabe que é um "provável" delicioso café. Todo o processo que antecede alguém de experimenta-lo já terá ocorrido, embora muitos que o sentiram jamais participarão dele. Somente o cheiro produziu tudo isso! Agora, imaginemos o que Deus pode realizar se tivermos capacidade para "sentir" o "cheiro de Suas águas"?

Não creia no que seus olhos dizem ao mirar o espelho e sua mente sussurra: - O tempo está passando e estou está ficando para trás... É inevitável que envelheçamos! Isso é uma realidade.

Aquele que nos criou sabe da importância de cada ser sobre a face desta terra, e preocupado com isto Ele diz: - "Ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova e florescerá"...

Onde estão os seus sonhos? Por que tem alimentado a desistência em relação a eles, sendo que os tais não ferem nenhum princípio bíblico? Alimente seus sonhos e não a desistência deles!

Por que supõe em seu coração que eles não se realizarão? Não subestime ou limite Deus! Ele é soberano e devemos estar contente com nossa vida e o que temos, NÃO, porém, limitá-Lo em nossa existência...

Deixe seus sonhos serem tocados por este "cheiro de águas" que vem dos céus... Os celeiros do Senhor são inesgotáveis... Suas mãos abençoadoras... Seu amor não tem fim... Suas misericórdias se renovam a cada manhã...

"Porque eu sei que o meu redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra" - (Jó 19:25)

Alimente-se dessa inquestionável verdade!

Se envelhecer na terra a sua raiz, e o seu tronco morrer no pó, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como uma planta."- Jó 14:8-9.

O Salmo 23 termina dizendo que a ...bondade e a misericórdia certamente (nos) seguirão todos os dias... entretanto, apesar das passagens bíblicas e das mensagens lidas, é possível que você tenha chegado a mais um final de semana frustrado(a), cansado(a), baqueado(a) e desanimado(a)... e outros "ados". Pois bem - estes são sentimentos comuns aos seres humanos, mas não devem e não podem impedir-nos de continuar avançando, orando, procurando, amando, crendo...

Vivemos um breve tempo sobre esta terra que em sua maioria está cheio de inquietações. Nascemos como uma flor com toda formosura, no entanto murchamos - fugimos como sombra e não permanecemos. O que era tão importante ontem, hoje parece não ser mais e o amanhã nos trará outros cuidados que sobrepujarão os de hoje. O dia de hoje JAMAIS se repetirá! A semana que passou, igualmente jamais reunirá os encontros, as palavras, as experiências e tudo que a marcou.

Deus tem o número de nossos dias e nos colocou limites, como poderíamos contender com o Todo-poderoso a fim de entrar em juízo com o mesmo? Poderíamos acrescentar alguns milésimos de segundos no decurso de nossas vidas sem que Ele não tenha concordância?

Nossa esperança está nEle, o supremo criador. Mesmo que venhamos nos sentir como uma árvore cortada, Ele nos renovará e nos fará brotar. Mesmo que a semana tenha sido duríssima e você se sinta como uma árvore que foi arrancada, cuja raiz tem envelhecido na terra... ainda que te sintas como um palanque inerte... saiba que há uma esperança...

Pense nisso: A ação do "cheiro das águas" fazendo brotar um tronco velho e sem raiz, pode ser (grosseiramente) ilustrado como aquele aroma gostoso de café quando está sendo coado. Alguém sente de longe, não o vê, não sabe o local exato de sua existência, mas sabe que é um "provável" delicioso café. Todo o processo que antecede alguém de experimenta-lo já terá ocorrido, embora muitos que o sentiram jamais participarão dele. Somente o cheiro produziu tudo isso! Agora, imaginemos o que Deus pode realizar se tivermos capacidade para "sentir" o "cheiro de Suas águas"?

Não creia no que seus olhos dizem ao mirar o espelho e sua mente sussurra: - O tempo está passando e estou está ficando para trás... É inevitável que envelheçamos! Isso é uma realidade.

Aquele que nos criou sabe da importância de cada ser sobre a face desta terra, e preocupado com isto Ele diz: - "Ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova e florescerá"...

Onde estão os seus sonhos? Por que tem alimentado a desistência em relação a eles, sendo que os tais não ferem nenhum princípio bíblico? Alimente seus sonhos e não a desistência deles!

Por que supõe em seu coração que eles não se realizarão? Não subestime ou limite Deus! Ele é soberano e devemos estar contente com nossa vida e o que temos, NÃO, porém, limitá-Lo em nossa existência...

Deixe seus sonhos serem tocados por este "cheiro de águas" que vem dos céus... Os celeiros do Senhor são inesgotáveis... Suas mãos abençoadoras... Seu amor não tem fim... Suas misericórdias se renovam a cada manhã...

"Porque eu sei que o meu redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra" - (Jó 19:25)

Alimente-se dessa inquestionável verdade!

Em Deus, sempre houve, há e haverá esperança!

DEUS NUNCA ERRA !






leia e vai entender.........





DEUS NUNCA ERRA!



Um rei que não acreditava na bondade de DEUS, tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: - Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra!





Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.




Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.




O servo apenas respondeu: Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; E ele sabe o porquê de todas as coisas.





O que Deus faz é perfeito, Ele nunca erra! Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo. Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.




Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.





Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afetuosamente. - Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?





- Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito.





Ele nunca erra! Muitas vezes nos queixamos da vida e das coisas aparentemente ruins que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Toda a manhã ofereça seu dia a Deus.




Peça para Deus inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos, apaziguar os seus sentimentos. E nada tema, pois DEUS NUNCA ERRA!!!





Sabe por que você recebeu essa mensagem? Eu não sei, mas Deus sabe, pois Ele nunca erra.......





O caminho de Deus é perfeito e a sua palavra sem impureza. Ele é o caminho de todos que nele confiam, como diz em 2º Samuel 22:31.



Com certeza essa mensagem chegou em boa hora até você.
Deus esta colocando em seu coração o desejo de enviar essa mensagem para alguém
faça isso não se envergonhe
você irá mandar para pessoa certa
Deus sabe disso muito bem ,
sabe por que ?
Deus nunca erra!
(fonte da mensagem ; me fora enviada por email.)

Um feliz Aniversário antecipado a vc ,meus parabéns e muitos anos de vida!


Ache essas e outras imagens no site Mensagens & Imagens

[red][b]Mande mais imagens pelo site www.mensagenseimagens.com.br[/b][/red]

sábado, 8 de maio de 2010

Mãe:


Mãe:

Você que me carregou no seu ventre por nove meses, sem se queixar.
Você que cuidou de mim sem se importar com o amanhã.

Você que reclama, fala... mas para o meu bem, sempre tem razão.
É ainda a peça fundamental do quebra-cabeça da minha vida.

É mamãe, você pode não saber o quanto eu te amo, deve ser porque não o expresso.
Mas, meu coração fica radiante quando chego em casa e encontro-a ao meu lado.
Mas, o mais importante é que o meu mundo não é nada se você não estiver nele.

Parabéns Pelo Seu Dia!!!

Mensagem dos Filhos para a Mãe:

Mãe...

Sentimos algo muito forte por ti.
Todos nós vivemos uma Vida,
Uma que é experimentada
E outra que é sentida.

Ambas as formas de vida, vivemos!
Elas unidas parecem um labirinto,
Que para o mundo de fora
Se torna muito distinto.

A vida gira
E nós mudamos consoante ela nos deixa.
Mas, por mais que procuremos
Sóa a tua voz nos fica...

Permanece para sempre a tua compaixão!

Não temos a certeza do futuro.
Só a temos, respeitante ao presente
Perante aquilo que cada um de nós sente.

Na verdade, somos todos um Todo...

Por vezes podemos ser algo mais escabrosos,
Mas nem sempre temos os mesmos pensamentos
E assim, acaba por dar momentos temerosos.

Mas fica descansada,
Porque ninguém mais do que nós
Gosta de te ver bem disposta
E sempre bem humorada

quinta-feira, 6 de maio de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

O aquecimento global é real e causado pela atividade humana





Muitos têm alertado a respeito do alto custo do aquecimento global para a humanidade. Os jornais e os noticiários de TV estão cheios de previsões tenebrosas sobre o colapso da economia mundial: milhões morrerão ou serão desalojados em virtude de secas, fomes e inundações, enquanto Londres, Nova York e Tóquio, juntamente com outras cidades litorâneas, afundarão nos mares cujo nível subirá. Um relatório também predisse que todos os frutos do mar estarão extintos em cinqüenta anos.

A respeito desse panorama há diversas possibilidades. As principais são:

1. O aquecimento global é real e causado pela atividade humana (queima de combustíveis fósseis – carvão, petróleo e gás, queima das florestas tropicais, etc.). Por isso, os governos devem tomar medidas urgentes para salvar o mundo da catástrofe.

2. O aquecimento global é real mas não se tem certeza sobre as causas. Pode tratar-se de atividade solar e parte de um ciclo de aquecimento e esfriamento das temperaturas na Terra. Nesse caso, não há nada que os governos possam fazer a respeito.

3. O aquecimento global é um engano usado por aqueles que querem implantar um governo mundial. Eles estão tentando amedrontar as pessoas para que se submetam aos seus planos.

Vamos analisar essas questões:

1. O aquecimento global é real e causado pela atividade humana

De acordo com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC), apoiado pe la ONU , as temperaturas globais poderão aumentar entre 1,4° C e 5,8° C entre 1990 e 2100. O aumento das temperaturas, por sua vez, poderá provocar outras mudanças, inclusive o aumento do nível dos oceanos, a quantidade e o padrão das chuvas. É possível que essas alterações aumentem a freqüência e intensidade de eventos meteorológicos extremos como inundações, secas, ondas de calor, furacões e tornados. Outras conseqüências incluem reduções na produção agrícola, diminuição das geleiras, redução das correntes de verão, extinção de um grande número de espécies e o aumento de organismos transmissores de doenças.

Em seu congresso de 2003, a Sociedade Meteorológica Americana adotou uma declaração que dizia:


Tony Blair, o ex-primeiro-ministro britânico.



As atividades humanas tornaram-se uma fonte destacada de mudanças ambientais. Muito urgente é [considerar] as conseqüências da abundância crescente de gases de estufa na atmosfera... Como os gases de estufa continuam aumentando, estamos, na realidade, realizando uma experiência climática global, que não foi planejada nem é controlada, cujos resultados poderão apresentar desafios sem precedentes ao que conhecemos e prevemos. Eles também poderão ter impacto significativo sobre nossos sistemas naturais e sociais. Trata-se de um problema de longo prazo que requer uma perspectiva de longo prazo. Importantes decisões aguardam os atuais e futuros líderes nacionais e mundiais.

Manifestações para salvar o planeta têm sido realizadas ao redor do mundo. Em Londres, um evento organizado pela “Stop Climate Chaos” exigiu que o governo aja contra a ameaça do aquecimento global. O primeiro-ministro inglês Tony Blair declarou que se trata “do mais importante relatório sobre o futuro publicado pelo meu governo”. Angela Merkel, a chanceler da Alemanha, disse-lhe que enfrentar a questão das mudanças climáticas será uma prioridade para a presidência alemã do G8 (grupo das nações industrializadas) em 2007. A secretária do Exterior do Reino Unido, Margaret Beckett, disse num encontro em Nova Delhi que o subcontinente indiano poderá enfrentar uma combinação de secas e elevações do nível do mar – que devastarão as colheitas de cereais e forçarão milhões a fugir dos seus lares – como resultado da elevação das temperaturas globais.


Atualmente, o sol se encontra no ponto mais alto de atividade em 300 anos. Esse ciclo poderá ser seguido por um esfriamento e uma mini era do gelo.



2. ‑O aquecimento global é real mas pode ser causado pelo sol

Uma minoria de cientistas está afirmando que as mudanças climáticas, tais como o aquecimento global, são causados por alterações no sol e não devido à liberação de gases de estufa na Terra. O sol fornece toda a energia que movimenta nosso clima, mas ele não é a estrela constante que pode parecer. Estudos cuidadosos durante os últimos vinte anos mostram que seu brilho geral e a energia desprendida aumentam levemente à medida que sobe a atividade das manchas solares até seu ponto mais alto em um ciclo de onze anos. Atualmente, o sol se encontra no ponto mais alto de atividade em 300 anos. Esse ciclo poderá ser seguido por um esfriamento e uma mini era do gelo.

3. O aquecimento global é um engano

Há aqueles que são ainda mais céticos nessa questão. Christopher Monckton escreveu um artigo intitulado “Caos climático? Não acredite” no jornal britânico The Sunday Telegraph em que começou sugerindo que “o pânico provocado em torno das mudanças climáticas é menos relacionado com a intenção de salvar o planeta do que com a ‘criação de um governo mundial’, conforme a preocupante afirmação de Jacques Chirac”.

Ele apresenta evidências, mostrando como a ONU falsificou informações acerca do problema através da sua agência, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC). Monckton cita David Deming, um geocientista da Universidade de Oklahoma (EUA), que escreveu um artigo avaliando as temperaturas na América do Norte através de dados de perfurações. Isso lhe deu credibilidade com o PIMC, que lhe pediu que participasse de suas pesquisas. Deming afirma: “Eles pensaram que eu era um deles, alguém que iria perverter a ciência a serviço de causas sociais ou políticas. Um deles abaixou a guarda: um destacado pesquisador na área do aquecimento global enviou-me um surpreendente e-mail, que dizia: ‘temos que nos livrar do período de calor da Idade Média”’.

O período de calor da Idade Média é um fato bem documentado da história, mostrando que na época as temperaturas eram em torno de 3°C mais elevadas do que atualmente. De acordo com o artigo de Monckton:


De acordo com o artigo de Monckton: “...não havia geleiras nos Andes; hoje elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia; hoje elas estão cobertas de gelo permanente.”



Então não havia geleiras nos Andes ; hoje elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia; hoje elas estão cobertas de gelo permanente. Havia pouco gelo no Polo Norte, uma esquadra chinesa circunavegou o Ártico em 1421 e não o encontrou. Dados de 6.000 perfurações em todo o mundo indicam que as temperaturas globais eram mais elevadas na Idade Média do que agora.

Após esse período, as temperaturas caíram bem abaixo dos níveis atuais. Nos séculos XVII e XVIII ocorreu a “Pequena Era do Gelo”, quando o Tâmisa, junto à ponte de Londres, congelou de maneira tão sólida que uma Feira de Inverno foi realizada em 1607 com um conjunto de tendas sobre o próprio rio, oferecendo uma série de diversões, inclusive boliche sobre o gelo.

O relatório original do PIMC, publicado em 1996, apresentava um gráfico dos últimos mil anos, mostrando corretamente que as temperaturas na Idade Média tinham sidos mais altas que as atuais. Mas o relatório de 2001 continha um novo gráfico sem qualquer indicação de um período de calor medieval, indicando temperaturas uniformes até o começo da Era Industrial. Esse gráfico mostrava incorretamente que o século XX foi o mais quente dos últimos mil anos. Essa informação mostra que a história está sendo deliberadamente falsificada por uma agência da ONU.

Aquecimento global e governo mundial


Jacques Chirac relacionou a preocupação ambiental com um plano de governo mundial. Chirac escreveu um artigo para a revista New Scientist (19/5/05) sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente, dizendo: “esse esforço deveria concentrar-se em estabelecer a governança ambiental global, algo que a França defende incansavelmente”.



Também é possível que haja um elemento de verdade em todas as três possibilidades. O aquecimento global pode ser causado parcialmente pela atividade humana e em parte pelo sol. Com certeza, ele está sendo usado para promover a idéia de que a governança mundial apoiada pe la ONU é a solução do problema. Quer seja real ou não, trata-se de uma questão ideal para unir as nações. É possível argumentar que nenhuma nação por si mesma pode resolver o problema e que, se ele não for solucionado, todos morreremos. É necessário que as nações trabalhem juntas para evitar isso. A ameaça também pode ser usada para dar aos governos desculpas para impor impostos mais elevados e exercer maior controle sobre a população...

Em seu artigo, Christopher Monckton referiu-se a uma afirmação do presidente francês, Jacques Chirac, que relacionou a preocupação ambiental com um plano de governo mundial. Chirac escreveu um artigo para a revista New Scientist (19/5/05) sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente, dizendo: “esse esforço deveria concentrar-se em estabelecer a governança ambiental global, algo que a França defende incansavelmente, em particular com sua proposta de criar uma organização ambiental da ONU, que será discutida pelos líderes mundiais na cúpula da ONU em Nova York em setembro”. Em um discurso anterior no Encontro da ONU sobre Mudanças Climáticas em Haia (20/11/2000), ele afirmou: “Pela primeira vez, a humanidade está instituindo um que a França e a União Européia gostariam de ver criada”. (ênfase do autor).

É interessante que existe agora um consenso de opiniões sobre essa questão, favorecendo a agenda verde, nos três principais partidos do Reino Unido. Esse consenso é compartilhado pelos poderes que dominam a União Européia. Com os Democratas em ascensão nos EUA, é provável que as questões ambientais serão mais importantes que a “Guerra ao Terror”. Se a Rússia, a China, o Japão e a Índia puderem ser persuadidos a participar, a pressão para impor algum tipo de solução global para o problema poderá ser irresistível para o resto do mundo.

O meio ambiente – uma questão espiritual


É verdade que a Terra é um todo interdependente, que foi criado por Deus como “muito bom” (veja Gênesis 1.31). Tudo que é necessário para a vida é mantido em delicado equilíbrio no único planeta em que podemos viver.



Também é interessante que existe uma idéia semi-religiosa relacionada a tudo isso – a controvertida Teoria Gaia, denominada assim por causa da deusa da Terra dos antigos gregos. Essa teoria foi desenvolvida pelo cientista britânico James Lovelock durante a década de 1960, enquanto ele trabalhava no Projeto Viking, analisando a possibilidade de vida em Marte. Enquanto analisava o que sustinha a vida na Terra e observava a atmosfera terrestre, com seu delicado equilíbrio de oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, metano e resquícios de outros elementos, ele teve a idéia de que a Terra era um todo vivo e interdependente, capaz de controlar a si mesmo e de eliminar ameaças, da mesma maneira que um corpo lida com doenças e traumas.

De acordo com essa idéia, a Terra é um sistema vivo imenso e eternamente interativo – um planeta vivo, flutuando no espaço, e cada parte do seu grandioso mecanismo afeta todos os outros, tanto para o bem como para o mal. A Terra teria certos órgãos especialmente importantes, como as florestas tropicais e os pântanos, que seriam mais importantes para o meio ambiente do que outras partes do sistema. Usando a comparação com o corpo humano, seria possível perder uma parte menor, como um dedo, e sobreviver, mas se você perder uma parte essencial, como os pulmões, você está morto. Desse modo, a Terra poderia sobreviver apesar de perder algumas espécies animais em virtude do descuido humano com o meio ambiente, mas se um órgão vital estiver ameaçado ela teria de reagir contra a interferência humana ou morrer.

Em certos grupos do movimento ambientalista está sendo difundida a idéia de que as catástrofes que atingem a Terra são o resultado de Gaia alertando a humanidade, para que esta pare de destruir o único planeta em que podemos viver. Em outras palavras, Gaia poderá agir para trazer uma espécie de juízo sobre a humanidade por descuidar do planeta. De acordo com essa visão, as catástrofes são a maneira da Terra combater a degradação do planeta por parte da humanidade. Isso conduz à visão da Nova Era de que devemos retornar à unidade com o planeta e com os outros seres humanos para salvar o planeta.


As catástrofes afetando a Terra irão aumentar nos dias finais desta era. Jesus disse a respeito dos tempos anteriores à Sua Segunda Vinda: “haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu...”



A Bíblia ensina um conceito diferente: que o Deus Todo-Poderoso, que criou a Terra e deu à humanidade a tarefa de cuidar dela, está falando através desses eventos, que Ele até predisse há séculos por meio dos profetas e do Senhor Jesus. É verdade que a Terra é um todo interdependente, que foi criado por Deus como “muito bom” (veja Gênesis 1.31). Tudo que é necessário para a vida é mantido em delicado equilíbrio no único planeta em que podemos viver. A distância da Terra até o Sol, a atmosfera, o ciclo das águas, a camada de solo para plantio, tudo está exatamente certo para sustentar a vida. A idéia evolucionária de que tudo se originou através de um acidente cósmico é tão provável como a possibilidade de que o computador em que estou escrevendo este artigo é o resultado de átomos que se juntaram ao acaso. Um projeto exige a existência de um projetista e a criação exige um Criador. Há abundantes evidências, para aqueles que querem entender, de que Deus, como Criador, e não a evolução pelo acaso, tem a resposta para a pergunta donde viemos.

Conforme o relato do Gênesis, a humanidade teria “domínio” sobre a Terra, não no sentido de saqueá-la, mas de cuidar dela e das suas criaturas (Gênesis 1.26-28, Salmo 8), em harmonia com Deus, nosso Criador. Porém, a desobediência humana a Deus causou a degradação da Terra, inicialmente com a queda (Gênesis 3) e depois com o dilúvio (Gênesis 6-8), estragando a criação original “muita boa”.

Quando vamos para o outro extremo da escala de tempo bíblica e analisamos os eventos do fim dos tempos, fica claro que as catástrofes afetando a Terra irão aumentar nos dias finais desta era. Jesus disse a respeito dos tempos anteriores à Sua Segunda Vinda: “haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu... Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados” (Lucas 21.11,25-26).


Qualquer que seja a verdade sobre o aquecimento global, trata-se de uma questão que tem o potencial de levar o mundo em direção ao governo mundial profetizado em Apocalipse 13. Aquele que apresentar uma solução para esse problema certamente será saudado como salvador que oferecerá “paz e segurança” e será adorado pelo mundo como o novo messias.



Tempestades tropicais que provocam ondas gigantescas e devastam regiões costeiras estão aumentando em ferocidade, algo que muitos cientistas estão relacionando com as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Em Isaías 24 há uma passagem apocalíptica que trata da destruição causada por eventos impressionantes nos últimos dias desta era, quando cidades serão devastadas e seus habitantes espalhados: “Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna” (Isaías 24.5).

É interessante que Isaías 24.16 também se refere aos “pérfidos” que “tratam mui perfidamente”. Isso estabelece uma relação entre a questão ambiental e os que a utilizam para objetivos pérfidos (isto é, o governo mundial do Anticristo).

As profecias da Bíblia advertem que no futuro haverá um tempo de dificuldades, com intenso calor, vegetação queimada e águas contaminadas, como também violentas tempestades e desastres naturais, trazendo fomes, epidemias e morte: “O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde. O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue, e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações. O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha. O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas” (Apocalipse 8.7-11).


Longe de solucionar o problema, o governo mundial anticristão dos tempos finais conduzirá o mundo às margens da destruição. Somente o retorno do Senhor Jesus Cristo salvará a Terra.



O Apocalipse fala de um tempo em que “o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo...” (Apocalipse 16.8). Depois, “Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram...” (Apocalipse 16.12) e “sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande” (Apocalipse 16.18).

Qualquer que seja a verdade sobre o aquecimento global, trata-se de uma questão que tem o potencial de levar o mundo em direção ao governo mundial profetizado em Apocalipse 13. Aquele que apresentar uma solução para esse problema certamente será saudado como salvador que oferecerá “paz e segurança” e será adorado pelo mundo como o novo messias.

Longe de solucionar o problema, o governo mundial anticristão dos tempos finais conduzirá o mundo às margens da destruição. Somente o retorno do Senhor Jesus Cristo salvará a Terra. Após Sua volta, ela será miraculosamente restaurada e voltará a ser um lugar fértil e belo, capaz de suprir as necessidades dos povos durante o reino milenar de Jesus, quando “...a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11.9). (Tony Pearce, Light for The Last Days - http://www.chamada