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segunda-feira, 30 de agosto de 2010



A Lei de Deus

lei de Deus contém dez mandamentos. A Bíblia diz em Êxodo 20:1-1 “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. [1]Não terás outros deuses diante de mim. [2]Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. [3]Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão. [4]Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. [5]Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. [6]Não matarás.
[7]Não adulterarás.
[8]Não furtarás.
[9]Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
[10]Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
Qual é princípio básico da lei de Deus? A Bíblia diz em Romanos 13:10 “O que ama ao seu próximo não lhe faz nenhum mal. Pois o amor é o cumprimento total da lei.” A lei de Deus resume-se em amor. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
Jesus ajuda-nos a clarificar a nossa relação com a lei de Deus. A Bíblia diz em Mateus 5:17-18 “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.”
A lei de Deus oferece direcção na vida, não justificação. A Bíblia diz em Gálatas 2:15-16 “Nós, judeus por natureza e não pecadores dentre os gentios, sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus, temos também crido em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei; pois por obras da lei nenhuma carne será justificada.” É nosso dever obedecer a lei de Deus. A Bíblia diz em Eclesiastes 12:13 “Este é o fim do discurso; tudo já foi ouvido: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é todo o dever do homem.”
Qual é a relação entre a lei e o pecado? A Bíblia diz em 1 João 3:4 “Todo aquele que vive habitualmente no pecado também vive na rebeldia, pois o pecado é rebeldia.” É necessário guardar todos os mandamentos? A Bíblia diz em Tiago 2:10-11 “Pois qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tem-se tornado culpado de todos. Porque o mesmo que disse: Não adulterarás, também disse: Não matarás. Ora, se não cometes adultério, mas és homicida, te hás tornado transgressor da lei.”
Podemos conhecer a Deus sem guardar os mandamentos? A Bíblia diz em 1 João 2:4-6 “Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade; mas qualquer que guarda a sua palavra, nele realmente se tem aperfeiçoado o amor de Deus. E nisto sabemos que estamos nele; aquele que diz estar nele, também deve andar como ele andou.”
Qual é o propósito da lei? A Bíblia diz em Romanos 3:20 “Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado.”
Podemos-nos salvar observando a lei? A Bíblia diz em Romanos 3:27-31 “Onde está logo a jactância? Foi excluída. Por que lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. Concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei. É porventura Deus somente dos judeus? Não é também dos gentios? Também dos gentios, certamente, se é que Deus é um só, que pela fé há de justificar a circuncisão, e também por meio da fé a incircunciso. Anulamos, pois, a lei pela fé? De modo nenhum; antes estabelecemos a lei.” fonte; Estudo Bíblicos

“Eu sou a videira verdadeira;


Jesus disse:

“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam” (João 15:1,2,5,6).Produzir fruto é de máxima importância para agradar a Deus - e realizar nossa missão em Cristo; para ter nossas orações e petições respondidas. Jesus disse: “Não fostes vós que me escolhestes a mim, mas fui eu que vos escolhi, e vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo o que em meu nome pedirdes ao Pai, ele vos conceda” (versículo 16).

“Não temais o seu temor, e não vos assombreis” (Isaías 8:12).


Isaías teve uma visão da santidade inexprimível de Deus. As colunas da porta do templo moveram-se ao som de Sua voz majestosa. Os serafins não podiam nem mesmo fitar Sua espantosa glória; eles cobriam os olhos com as asas. Isaías sentiu-se esmagado por estar na presença de Sua maravilhosa santidade; clamou: “Ai de mim, que vou perecendo!” (Isaías 6:3-6).

Será que Isaías saiu daquela experiência levando apenas um senso de espanto? Não! Muito mais do que isso! Ele carregou sobre si, daquele dia em diante, um TEMOR E UM PAVOR DOS JUÍZOS RETOS E SANTOS DE DEUS! Isaías disse o seguinte sobre os homens: “Não temais o seu temor, e não vos assombreis” (Isaías 8:12). Mas de Deus, disse: “Ao Senhor dos Exércitos, a ele santificai; seja ele o vosso temor, e seja ele o vosso assombro” (Isaías 8:13). Isaías disse: “Ouvi a palavra do Senhor, vós, os que a temeis” (Isaías 66:5). Também proclamou estas palavras do Senhor: “É para este que olharei: para o humilde e contrito de espírito, e que treme da minha palavra” (Isaías 66:2).

DEUS DE AMOR


Daniel era homem de oração. Conhecia a Deus mui intimamente, tendo-lhe sido mostrados segredos dos céus. Foi um homem que se voltou ao Senhor Deus “para o buscar com oração e rogos, com jejum, pano de saco e cinza” (Daniel 9:3). Ouça a descrição que Daniel faz de Deus: “Orei ao Senhor meu Deus, confessei, e disse: Ó Senhor! Deus grande e tremendo” (Daniel 9:4). Davi diz: “O Senhor reina, tremam as nações...Louvem o teu nome, grande e tremendo, pois é santo” (Salmo 99:1, 3).

terça-feira, 24 de agosto de 2010

vc sofre por que quer! Nossas dores e sofrimentos são consequencias da coisas erradas que fazemos.‏


Assim diz o SENHOR...
A aflição não brota da terra; a desgraça não nasce do chão: somos nós mesmos que causamos o sofrimento, tão certo como as faíscas das brasas voam para cima. Jó. 5.6;7
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Davi e Bate Seba...

Na primavera seguinte, época do ano em que os reis costumam sair para a guerra, Davi mandou que Joabe, os seus oficiais e o exército israelita fossem atacar os inimigos. Eles venceram os amonitas e cercaram a cidade de Rabá. Mas Davi ficou em Jerusalém. Uma tarde Davi se levantou, depois de ter dormido um pouco, e foi passear no terraço do palácio. Dali viu uma mulher muito bonita tomando banho. Aí ele mandou que descobrissem quem era aquela mulher e soube que era Bate-Seba, filha de Eliã e esposa de Urias, o heteu. Então Davi mandou que alguns mensageiros fossem buscá-la. Eles a trouxeram, e Davi teve relações com ela. Bate-Seba tinha justamente terminado o seu ritual mensal de purificação. Ela voltou para casa e depois descobriu que estava grávida e mandou um recado a Davi contando isso. Davi mandou então esta mensagem a Joabe: — Mande que Urias, o heteu, venha falar comigo. E Joabe obedeceu. Quando Urias chegou, Davi perguntou a ele se Joabe e as tropas estavam bem e como estava indo a guerra. Depois disse a Urias: — Vá para casa e descanse um pouco. Urias saiu, e Davi mandou levar um presente à casa dele. Mas Urias não foi para casa; em vez disso, dormiu no portão do palácio junto com os guardas do rei. Quando Davi soube que Urias não tinha ido para casa, perguntou-lhe: — Você acaba de voltar depois de ter ficado fora muito tempo. Por que não foi para casa? Urias respondeu: — Os homens de Israel e de Judá estão longe, na frente de batalha, e a arca da aliança está com eles. O meu comandante Joabe e os seus oficiais estão acampados ao ar livre. Como poderia eu ir para casa, comer e beber e dormir com a minha mulher? Juro por tudo o que é sagrado, que nunca poderia fazer isso! Então Davi disse: — Fique aqui o resto do dia. Amanhã eu o mandarei de volta. E Urias ficou em Jerusalém naquele dia e no dia seguinte. Davi convidou-o para jantar e fez com que ele ficasse bêbado. Mesmo assim, Urias não foi para casa naquela noite. Em vez disso, dormiu no seu cobertor, no quarto da guarda do palácio. Na manhã seguinte, Davi escreveu uma carta a Joabe e a mandou por Urias. Davi escreveu o seguinte: “Ponha Urias na linha de frente, onde a luta é mais pesada. Depois se retire e deixe que ele seja morto.” Por isso, enquanto estava cercando a cidade, Joabe mandou Urias para um lugar onde sabia que o inimigo estava mais forte. As tropas inimigas saíram da cidade, lutaram contra as forças de Joabe e mataram alguns oficiais de Davi. E Urias também foi morto. Então Joabe mandou a Davi notícias da batalha. Ele disse ao mensageiro o seguinte: — Se, depois que você contar ao rei tudo sobre a batalha, ele ficar zangado e perguntar: “Por que vocês chegaram tão perto da cidade para lutar com eles? Não viram que eles poderiam atirar flechas do alto da muralha? Vocês não lembram como Abimeleque, filho de Jerubesete, foi morto? Foi na cidade de Tebes, onde uma mulher atirou de cima da muralha uma pedra de moinho e o matou. Então por que vocês chegaram tão perto da muralha?” Se o rei perguntar isso, responda: “Urias, seu oficial, também foi morto.” Então o mensageiro foi e disse a Davi o que Joabe tinha mandado. O mensageiro disse assim: — Os inimigos eram mais fortes do que nós e saíram para fora da cidade para lutar em campo aberto. Mas nós os forçamos a voltar para o portão da cidade. Então eles atiraram flechas do alto da muralha contra nós, e alguns dos seus oficiais foram mortos. E o seu oficial Urias também morreu. Davi respondeu ao mensageiro: — Anime Joabe e diga-lhe que não fique preocupado, pois numa batalha nunca se sabe quem vai morrer. Diga-lhe que ataque com mais força, até conquistar a cidade. Bate-Seba soube que o marido tinha morrido e chorou por ele. Depois que passou o tempo de luto, Davi mandou trazê-la para o palácio. Ela se tornou sua esposa e lhe deu um filho. Mas o SENHOR não gostou do que Davi tinha feito. (2 Samuel 11.1: 27)

O SENHOR Deus mandou que o profeta Natã fosse falar com Davi. Natã foi e disse: — Havia dois homens que viviam na mesma cidade: um era rico, e o outro era pobre. O rico possuía muito gado e ovelhas, enquanto que o pobre tinha somente uma ovelha, que ele havia comprado. Ele cuidou dela, e ela cresceu na sua casa, junto com os filhos dele. Ele a alimentava com a sua própria comida, deixava que ela bebesse no seu próprio copo, e ela dormia no seu colo. A ovelha era como uma filha para ele. Certo dia um visitante chegou à casa do homem rico. Este não quis matar um dos seus próprios animais para preparar uma refeição para o visitante; em vez disso, pegou a ovelha do homem pobre, matou-a e preparou com ela uma refeição para o seu hóspede. Então Davi ficou furioso com aquele homem e disse: — Eu juro pelo SENHOR, o Deus vivo, que o homem que fez isso deve ser morto! Ele deverá pagar quatro vezes o que tirou, por ter feito uma coisa tão cruel! Então Natã disse a Davi: — Esse homem é você. E é isto o que diz o SENHOR, o Deus de Israel: “Eu tornei você rei de Israel e o salvei de Saul. Eu lhe dei o reino e as mulheres dele; tornei você rei de Israel e de Judá. E, se isso não bastasse, eu lhe teria dado duas vezes mais. E também afirmo que farei uma pessoa da sua própria família causar a sua desgraça. Você verá isso quando eu tirar as suas esposas e as der a outro homem; e ele terá relações com elas em plena luz do dia. Você pecou escondido, em segredo, mas eu farei com que isso aconteça em plena luz do dia, para todo o povo de Israel ver.” Então Davi disse: — Eu pequei contra Deus, o SENHOR. Natã respondeu: — O SENHOR perdoou o seu pecado; você não morrerá. Mas, porque, fazendo isso, você mostrou tanto desprezo pelo SENHOR, o seu filho morrerá. Aí Natã foi para casa. Então o SENHOR fez com que o filho de Davi e da mulher de Urias ficasse muito doente. Davi orou a Deus para que a criança sarasse e não quis comer nada. Entrou no seu quarto e passou a noite inteira deitado no chão. Então os funcionários do palácio tentaram fazer Davi se levantar, mas ele não quis e não comeu nada com eles. Uma semana depois, a criança morreu, e os funcionários ficaram com medo de dar a notícia a Davi. Eles disseram: — Enquanto a criança estava viva, Davi não respondia quando falávamos com ele. Como vamos dizer a ele que a criança morreu? Ele poderá fazer alguma loucura! Quando Davi viu os oficiais cochichando uns com os outros, compreendeu que a criança havia morrido. Então perguntou: — A criança morreu? — Morreu! — responderam eles. Então Davi se levantou do chão, tomou um banho, penteou os cabelos e trocou de roupa. Depois foi à casa de Deus, o SENHOR, e o adorou. Quando voltou ao palácio, pediu comida e comeu logo o que lhe foi servido. Aí os seus oficiais disseram: — Nós não entendemos isto. Enquanto o menino estava vivo, o senhor chorou por ele e não comeu; mas, logo que ele morreu, o senhor se levantou e comeu! — Sim! — respondeu Davi. — Enquanto o menino estava vivo, eu jejuei e chorei porque o SENHOR poderia ter pena de mim e não deixar que ele morresse. Mas agora que está morto, por que jejuar? Será que eu poderia fazê-lo viver novamente? Um dia eu irei para o lugar onde ele está, porém ele nunca voltará para mim.(2 Samuel 12.1: 24)
--
Fique na Paz do Senhor Jesus!

Suzana Souza,

O SENHOR é o meu único Deus.

DERRUBANDO MURALHAS


DERRUBANDO MURALHAS
Js.1.9; 6.1-21

Quando nos propomos a examinar cuidadosamente os aspectos
envolventes da narrativa do texto de Josué, podemos, sem muito
esforço compreender como Deus, pelo seu poder realizou o que para
os homens era impossível.
A cidade de Jericó (seu nome provavelmente significa “Cidade Lua”,
um lugar de adoração) era soberbamente fortificada e como a maioria
das cidades daquela época, ficava situada em local privilegiado, de
onde facilmente se poderia avistar a aproximação de inimigos.
E é examinando a cidade que Josué é encontrado pelo anjo do Senhor
que lhe faz exigências bem definidas.
Para entrar naquela cidade era necessário colocar à baixo as
inexpugnáveis muralhas que a circundavam. O povo estava
aquartelado lá dentro, mas com muito medo dos filhos de Israel.
Como transpor tão enormes muralhas? Era um problema sem solução.
Mas eles precisavam vencer Jericó.
Deus tem a receita certa para a ação. Santificação e Obediência .
I - SANTIFICAÇÃO
Santificação Descalça as sandálias dos pés porque o lugar em que
estás é santo. (Js.5.13).
Através da santificação torna-se possível identificar as Muralhas que
nos rodeiam. É possível, por exemplo, ver as seguintes muralhas:
Incertezas Até aquele momento presente provavelmente muitas
dúvidas pairavam sobre a cabeça de Josué e seu exército. Podemos
especular um pouco e dizer que Josué estava observando a cidade, com
muitas questões na mente, até mesmo de ordem teológica. Quem sabe,
Deus nem quisesse mesmo que ele entrasse em Jericó.
Ou ainda, seria possível, com os homens de que dispunha, vencer
aquela cidade? Não seria um temeridade arriscar a segurança de toda
uma nação?
Assim, estas podem ser as incertezas que estejam turvando nossas
mentes no dia de hoje... uma muralha realmente grande e forte.
Ansiedade Tanto tempo lidando com os homens no deserto,
lutando, conquistando. Tudo isto deixou Josué com os nervos a flor
da pele. Tomar decisões de cunho político, estratégico e de vida ou
morte, mexe com a estrutura de qualquer um. Jericó era uma
importante conquista pois seus habitantes eram homens hábeis na
guerra. Tudo isto causava uma grande ansiedade. A ordem de Deus
era severa. Não deixar pedra sobre pedra. Nas situações habituais
que enfrentamos, temos recebido ordens expressas de Deus para
prosseguirmos, porém a ansiedade pode se constituir numa enorme
muralha, uma armadilha até, na qual muitos se têm enroscado. É no
momento da ansiedade que se deve olhar para o Senhor.
Covardia O medo de enfrentar aquelas enormes muralhas poderia
levar Josué a ter um comportamento covarde naquela hora
importante. Ao observar de longe a cidade, Josué via somente seus
portões(v.1). No entanto o Senhor disse que havia entregue Jericó
em suas mãos. Não era hora para covardia. Parece que nem sempre
agimos de acordo com isto. Preferimos olhar de longe os portões de
nossas muralhas particulares e com desculpas esfarrapadas nos
acovardamos.
Discórdias O grande chefe dos exércitos de Israel sabia contar a
respeito dessas muralhas. Foi a discórdia entre os homens enviados
para espiar a terra de Canaã (Nm.13 e 14)que lhe deu a liderança do
povo juntamente com Calebe. A discórdia põe em risco os
melhores projetos. A Palavra de Deus pergunta claramente:
“Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?”(Am. 3.3).
Toda discórdia é perniciosa. Trás prejuízos enormes para o grupo.
Perdas irreparáveis. Homens que são peças fundamentais muitas
vezes deixam o grupo por discórdias.Falta de Unidade Uma
muralha dessas pode fazer muita diferença. A ordem do Senhor
previa uma unidade nas ações. Todos os homens de guerra, sete
dias, sete sacerdotes; sete trombetas de chifre; sete vezes. Rodear a
cidade. Se não houvesse unidade entre estas ações não haveria
sucesso. Eis uma das razões do fracasso de muitos grupos.
Uma muralha aparentemente intransponível que precisa ser
derrubada.
II OBEDIÊNCIA
Conforme dito no item anterior, a ordem dada por Deus seguia um
determinado caminho:
Preparação Todos os homens de guerra, deveriam estar preparados
para entrar em ação. Esta preparação se faz necessária em todos os
níveis de nossa caminhada. Sem preparação não se alcançam os
objetivos desejados.
Seguir a exatidão de Deus - sete dias, sete sacerdotes; sete
trombetas de chifre; sete vezes. Em todos os textos que lemos sobre a
exatidão de Deus, podemos ter certeza que menos ou mais não seria
eficaz. Se Naamã, o leproso, (2 Rs.5.1-27; Lc.4.27)se banhasse seis
vezes no Jordão seria curado? Deus é perfeito e exige que seu povo
também o seja. Se Israel tomasse a iniciativa de desobedecer a ordem,
e ao invés de sete sacerdotes, colocasse seis deles com seis trombetas
por seis dias e no sexto dia rodeasse a cidade por seis vezes, nada
aconteceria.
Obedecer a ordem Rodear a cidade. Era necessário que se fizesse o
trajeto completo. Deus faria o resto. O dever do povo era rodear a
cidade. A ordem do Senhor exigia uma obediência. Quem sabe o
que esteja faltando em nós hoje seja obedecer ao Senhor e rodear a
cidade? Temos orado e nada acontece! Pense nisso!
Crer na promessa Josué ouviu da boca do Senhor: “Olha, entreguei
na tua mão Jericó, o seu rei e os seus valentes”. (6.2). Um homem
comum, natural, em suas reações carnais poderia duvidar desta
afirmativa. Há muitos que o fazem. Não crêem que Deus possa fazer
promessas e as cumprir. Pela obediência de Josué e seu exército as
muralhas vieram ao chão. O povo tomou a cidade e ninguém lhe pôde
resistir.
Conclusão:
Por que as coisas pareciam fáceis para Josué e seu povo? É que a
presença do Senhor nunca se apartou desta batalha. A Arca de Deus
era levada à frente do exército. O próprio Deus se fazia presente
junto ao seu povo.
As muralhas que se apresentam em nossa vida só podem ser
derrubadas com a presença de Deus, através de intensa
Santificação e irrestrita obediência . RV.Navir s.souza

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

domingo, 22 de agosto de 2010

Estudo Bíblico-Versiculos-Versão: Português: Nova Tradução na Linguagem de Hoje


Versão: Português: Nova Tradução na Linguagem de Hoje
Mateus 6:1 - Tenham o cuidado de não praticarem os seus deveres religiosos em público a fim de serem vistos pelos outros. Se vocês agirem assim, não receberão nenhuma recompensa do Pai de vocês, que está no céu.
Mateus 6:2 - Quando você der alguma coisa a uma pessoa necessitada, não fique contando o que fez, como os hipócritas fazem nas sinagogas e nas ruas. Eles fazem isso para serem elogiados pelos outros. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: eles já receberam a sua recompensa.
Mateus 6:3 Mas você, quando ajudar alguma pessoa necessitada, faça isso de tal modo que nem mesmo o seu amigo mais íntimo fique sabendo do que você fez.
Mateus 6:4 Isso deve ficar em segredo; e o seu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa.
Mateus 6:5 - Quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas para serem vistos pelos outros. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: eles já receberam a sua recompensa.
Mateus 6:6 Mas você, quando orar, vá para o seu quarto, feche a porta e ore ao seu Pai, que não pode ser visto. E o seu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa.
Mateus 6:7 - Nas suas orações, não fiquem repetindo o que vocês já disseram, como fazem os pagãos. Eles pensam que Deus os ouvirá porque fazem orações compridas.
Mateus 6:8 Não sejam como eles, pois, antes de vocês pedirem, o Pai de vocês já sabe o que vocês precisam.
Mateus 6:9 Portanto, orem assim: "Pai nosso, que estás no céu, que todos reconheçam que o teu nome é santo.
Mateus 6:10 Venha o teu Reino. Que a tua vontade seja feita aqui na terra como é feita no céu!
LEIAM MAIS A´BÍBLIA! QUE DEUS OS ABENÇOE!











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Vamos fazer a descrição do templo em Jerusalém - Estudo Bíblico.


Vamos fazer a descrição de três templos em Jerusalém - o templo de Salomão - o templo reeVamos fazer a descrição de trêstemplos em Jerusalém - o templo de Salomão - o templo reedificado sob a direção de Neemias - e o templo de Herodes. 1. Templo de Salomão. A edificação do templo foi a grande tarefa do reinado de Salomão. A madeira empregada na construção foi trazida do Líbano pelos operários fenícios, que em grande número foram empregados nesta obra, e outras semelhantes. Preparou-se o emadeiramento antes de ser levado até ao mar, sendo depois feita a sua condução em navios até Jope, e deste porto de mar até Jerusalém, numa distância apenas de 64 km, mais ou menos (1 Rs 5.9). Semelhantemente, as grandes pedras eram cortadas, cinzeladas, e cuidadosamente marcadas antes de serem mandadas para Jerusalém. Foram empregados neste trabalho milhares de operários. Havia 160.000 palestinos divididos em duas classes: a primeira compreendia israelitas nativos, dos quais 30.000, ou aproximadamente 1 por 44 da população vigorosa do sexo masculino, foram arregimentados para aquela obra numa ‘leva’. Estes homens trabalhavam em determinados espaços de tempo, funcionando 10.000 durante um mês, depois do que voltavam por dois meses para suas casas. A segunda classe de operários (1 Rs 5.15 - 2 Cr 2.17,18), era constituída por 150.000 homens, dos quais 70.000 eram carregadores, e 80.000 serradores de pedra. os da primeira dasse, sendo hebreus, eram trabalhadores livres, que trabalhavam sob a direção de inteligentes artífices de Hirão, ao passo que os da outra classe, que eram os representantes dos antigos habitantes pagãos da Palestina, eram realmente escravos (1 Rs 9.20,21 - 2 Cr 2.17,18 - 8.7 a 9). Além destes homens foram nomeados 3.300 oficiais (1 Rs 5.16), com 550 ‘chefes’ (1 Rs 9.23), dos quais 250 eram, na verdade, israelitas nativos (2 Cr 8.10). o contrato entre Salomão e Hirão era assim: Salomão devia dar providências para a manutenção e salário dos homens de Hirão, que haviam de receber certa quantidade de trigo batido, cevada, vinho e azeite (2 Cr 2.10) - ao passo que, enquanto os materiais para a edificação fossem requisitados, impunha Hirão, por esse beneficio, uma contribuição anual de 20.000 medidas de trigo, e 20 medidas do melhor azeite do mercado. A Fenícia dependia principalmente da Palestina para seu abastecimento de pão e azeite (Ez 27.17 - At 12.20). o mestre de obras, que o rei Hirão mandou, chamava-se Hirão-Abi, um homem que descendia dos judeus, pela parte da mãe (2 Cr 2.13,14). o templo estava voltado para o oriente - quer isto dizer que os adoradores, entrando pela parte oriental, tinham em frente o Lugar Santíssimo e olhavam para o ocidente - e, com efeito, sendo o véu desviado para o lado, a arca na parte mais funda do Santuário era vista, estando voltada para o oriente. Entrando, pois, pelo lado oriental, o crente achar-se-ia no vestíbulo, que ocupava toda a largura do templo, isto é, cerca de 9 metros, com uma profundidade de 10,5 metros. Propriamente o Santuário tinha 27 metros de comprimento, por 9 de largura, e 13,5 de altura - constava do Santo Lugar e do Santo dos Santos. Estas medições dizem respeito ao interior - se se quiser saber qual seria a área do templo, temos já de considerar para a avaliação as paredes e a cadeia circunjacente de construções laterais. Estas câmaras serviam para armazenagem dos vasos sagrados - também, talvez, de quartos de dormir para uso dos sacerdotes que estavam de serviço no templo. Era a entrada nessas câmaras por uma porta, que estava ao meio do frontispício do sul, de onde também havia uma escada de caracol que ia ter aos compartimentos superiores (1 Rs 6.8). As janelas do próprio templo, que deviam estar acima do telhado das câmaras, eram de grades, não podendo ser abertas (1 Rs 6.4). os objetos mais proeminentes no vestíbulo eram dois grandes pilares, Jaquim e Boaz, que Hirão formou por ordem de Salomão (1 Rs 7.15 a 22). Jaquim (‘ele sustenta’) e Boaz (‘nele há força’), apontavam para Deus, em Quem se devia firmar, como sendo a Força e o Apoio por excelência, não só o Santuário, mas também todos aqueles que ali realmente entravam. o vestíbulo dava para o Santo Lugar por meio de portas de dois batentes. Estas portas eram feitas de madeira de cipreste, sendo os seus gonzos de ouro, postos em umbrais de madeira de oliveira. Tinham a embelezá-las diversas figuras esculpidas de querubins entre palmeiras, e por cima delas botões de flor a abrir e grinaldas. Dentro do Santuário todos os móveis sagrados eram de ouro, sendo os exteriores feitos de cobre. o sobrado, as paredes (incrustadas, se diz, de pedras preciosas), e o teto eram cobertos de ouro. Tudo isto devia luzir com grande brilho à luz dos sagrados candelabros, sendo dez, e de ouro puro, os que estavam no Santo Lugar, cada um deles com sete braços: havia cinco do lado direito e cinco do lado esquerdo, em frente do Santo dos Santos (1 Rs 7.49). A entrada para o Santo dos Santos estava vedada por um véu ‘de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino’, e bordados nele se viam querubins (2 Cr 3.14). Entre os castiçais estava o altar do incenso, feito de madeira de cedro, e coberto de ouro (1 Rs 6.20,22 - 7.48) - e colocados à direita e à esquerda estavam dez mesas de ouro com os pães da proposição (2 Cr 4.8). os instrumentos necessários para o uso desta sagrada mobília eram, também, de ouro puro (1 Rs 7.49,50). Passava-se do Santo Lugar para o Santo dos Santos por portas de dois batentes, feitas de madeira de oliveira. Dentro do Santo dos Santos estava a arca, a mesma que tinha estado no tabernáculo. Salomão mandou pôr do lado setentrional da mesma arca e do lado do sul duas gigantescas figuras de querubim, esculpidas em madeira de oliveira, e revestidas de ouro. Cada um deles tinha a altura de 4,5 metros, e os dois com as suas asas estendidas, cobrindo o propiciatório, tinham a largura de 4,5 metros. Saía-se do vestíbulo para o átrio interior, ou ‘pátio dos sacerdotes’ (1 Rs 6.36 - 2 Cr 4.9). Era este um pavimento, formado de grandes pedras, como também o era o ‘pátio grande’ do povo (2 Cr 4.9). No ‘pátio dos sacerdotes’ estava o altar dos holocaustos (1 Rs 8.64), de bronze, com 4,5 metros de altura, sendo a base de 9 medificado sob a direção de Neemias - e o templo de Herodes. 1. Templo de Salomão. A edificação do templo foi a grande tarefa do reinado de Salomão. A madeira empregada na construção foi trazida do Líbano pelos operários fenícios, que em grande número foram empregados nesta obra, e outras semelhantes. Preparou-se o emadeiramento antes de ser levado até ao mar, sendo depois feita a sua condução em navios até Jope, e deste porto de mar até Jerusalém, numa distância apenas de 64 km, mais ou menos (1 Rs 5.9). Semelhantemente, as grandes pedras eram cortadas, cinzeladas, e cuidadosamente marcadas antes de serem mandadas para Jerusalém. Foram empregados neste trabalho milhares de operários. Havia 160.000 palestinos divididos em duas classes: a primeira compreendia israelitas nativos, dos quais 30.000, ou aproximadamente 1 por 44 da população vigorosa do sexo masculino, foram arregimentados para aquela obra numa ‘leva’. Estes homens trabalhavam em determinados espaços de tempo, funcionando 10.000 durante um mês, depois do que voltavam por dois meses para suas casas. A segunda classe de operários (1 Rs 5.15 - 2 Cr 2.17,18), era constituída por 150.000 homens, dos quais 70.000 eram carregadores, e 80.000 serradores de pedra. os da primeira dasse, sendo hebreus, eram trabalhadores livres, que trabalhavam sob a direção de inteligentes artífices de Hirão, ao passo que os da outra classe, que eram os representantes dos antigos habitantes pagãos da Palestina, eram realmente escravos (1 Rs 9.20,21 - 2 Cr 2.17,18 - 8.7 a 9). Além destes homens foram nomeados 3.300 oficiais (1 Rs 5.16), com 550 ‘chefes’ (1 Rs 9.23), dos quais 250 eram, na verdade, israelitas nativos (2 Cr 8.10). o contrato entre Salomão e Hirão era assim: Salomão devia dar providências para a manutenção e salário dos homens de Hirão, que haviam de receber certa quantidade de trigo batido, cevada, vinho e azeite (2 Cr 2.10) - ao passo que, enquanto os materiais para a edificação fossem requisitados, impunha Hirão, por esse beneficio, uma contribuição anual de 20.000 medidas de trigo, e 20 medidas do melhor azeite do mercado. A Fenícia dependia principalmente da Palestina para seu abastecimento de pão e azeite (Ez 27.17 - At 12.20). o mestre de obras, que o rei Hirão mandou, chamava-se Hirão-Abi, um homem que descendia dos judeus, pela parte da mãe (2 Cr 2.13,14). o templo estava voltado para o oriente - quer isto dizer que os adoradores, entrando pela parte oriental, tinham em frente o Lugar Santíssimo e olhavam para o ocidente - e, com efeito, sendo o véu desviado para o lado, a arca na parte mais funda do Santuário era vista, estando voltada para o oriente. Entrando, pois, pelo lado oriental, o crente achar-se-ia no vestíbulo, que ocupava toda a largura do templo, isto é, cerca de 9 metros, com uma profundidade de 10,5 metros. Propriamente o Santuário tinha 27 metros de comprimento, por 9 de largura, e 13,5 de altura - constava do Santo Lugar e do Santo dos Santos. Estas medições dizem respeito ao interior - se se quiser saber qual seria a área do templo, temos já de considerar para a avaliação as paredes e a cadeia circunjacente de construções laterais. Estas câmaras serviam para armazenagem dos vasos sagrados - também, talvez, de quartos de dormir para uso dos sacerdotes que estavam de serviço no templo. Era a entrada nessas câmaras por uma porta, que estava ao meio do frontispício do sul, de onde também havia uma escada de caracol que ia ter aos compartimentos superiores (1 Rs 6.8). As janelas do próprio templo, que deviam estar acima do telhado das câmaras, eram de grades, não podendo ser abertas (1 Rs 6.4). os objetos mais proeminentes no vestíbulo eram dois grandes pilares, Jaquim e Boaz, que Hirão formou por ordem de Salomão (1 Rs 7.15 a 22). Jaquim (‘ele sustenta’) e Boaz (‘nele há força’), apontavam para Deus, em Quem se devia firmar, como sendo a Força e o Apoio por excelência, não só o Santuário, mas também todos aqueles que ali realmente entravam. o vestíbulo dava para o Santo Lugar por meio de portas de dois batentes. Estas portas eram feitas de madeira de cipreste, sendo os seus gonzos de ouro, postos em umbrais de madeira de oliveira. Tinham a embelezá-las diversas figuras esculpidas de querubins entre palmeiras, e por cima delas botões de flor a abrir e grinaldas. Dentro do Santuário todos os móveis sagrados eram de ouro, sendo os exteriores feitos de cobre. o sobrado, as paredes (incrustadas, se diz, de pedras preciosas), e o teto eram cobertos de ouro. Tudo isto devia luzir com grande brilho à luz dos sagrados candelabros, sendo dez, e de ouro puro, os que estavam no Santo Lugar, cada um deles com sete braços: havia cinco do lado direito e cinco do lado esquerdo, em frente do Santo dos Santos (1 Rs 7.49). A entrada para o Santo dos Santos estava vedada por um véu ‘de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino’, e bordados nele se viam querubins (2 Cr 3.14). Entre os castiçais estava o altar do incenso, feito de madeira de cedro, e coberto de ouro (1 Rs 6.20,22 - 7.48) - e colocados à direita e à esquerda estavam dez mesas de ouro com os pães da proposição (2 Cr 4.8). os instrumentos necessários para o uso desta sagrada mobília eram, também, de ouro puro (1 Rs 7.49,50). Passava-se do Santo Lugar para o Santo dos Santos por portas de dois batentes, feitas de madeira de oliveira. Dentro do Santo dos Santos estava a arca, a mesma que tinha estado no tabernáculo. Salomão mandou pôr do lado setentrional da mesma arca e do lado do sul duas gigantescas figuras de querubim, esculpidas em madeira de oliveira, e revestidas de ouro. Cada um deles tinha a altura de 4,5 metros, e os dois com as suas asas estendidas, cobrindo o propiciatório, tinham a largura de 4,5 metros. Saía-se do vestíbulo para o átrio interior, ou ‘pátio dos sacerdotes’ (1 Rs 6.36 - 2 Cr 4.9). Era este um pavimento, formado de grandes pedras, como também o era o ‘pátio grande’ do povo (2 Cr 4.9). No ‘pátio dos sacerdotes’ estava o altar dos holocaustos (1 Rs 8.64), de bronze, com 4,5 metros de altura, sendo a base de 9 metros.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Carlos fahed

Uma mensagem Especial.


Prezado Amigo(a) "Que a paz de Cristo Jesus, que excede a todo entendimento esteja em seu coração". Meu desejo é que ao receber esta pequena carta,você possa lê-la até o final e assim,encorajado pelo Espírito Santo de Deus,venha tomar uma decisão em sua vida. Um excelente nadador tinha um costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Alguém intrigado com aquele comportamento lhe perguntou qual a razão daquele hábito.O nadador sorriu e respondeu;"Há alguns anos eu era professor de natação, ensinava a nadar e a pular de trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir,e fui até a piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz,pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim,vi a minha sombra na parede da frente . Com os braços abertos,minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar,fiquei ali parado contemplando a minha imagem... Nesse momento,pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era cristão ,mas quando criança,aprendi que jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo Seu precioso sangue. Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram á mente e me fizeram recordar do que havia aprendido sobre a morte de jesus. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos. Finalmente desci do trampolim e fui até escada para mergulhar da água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado e eu não havia percebido. Tremi todo,senti um calafrio na espinha! Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina,confessei meus pecados e me entreguei a Ele,consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu na cruz para me salvar. Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer,sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes de saltar na água." Meu amigo(a),você tem hoje a oportunidade de abrir os braços e ir em direção de Jesus. Ele quer te salvar te dar um vida em abundante.Creia que Deus não deseja que você salte para morte, mas de um salto para vida . Decida hoje por Jesus e siga-o,pois ninguém pode te amar como Jesus te ama! QUE DEUS TE ABENÇOE RICA E ABUNDANTEMENTE. Bispo Francisco Martins. Igreja de Nova Vida. Terra dos Milagres (Olaria - Rio de Janeiro)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Comentando a Biblía; Juízes


Juízes

Comentário:
O título do livro dos Juízes provavelmente foi sugerido pelo versículo 16 do capítulo 2, que diz: "Suscitou o Senhor juízes, que os livraram da mão dos que os pilharam." Os juízes eram pessoas cheias do Espírito Santo, que em épocas de emergência nacional conduziram o povo à guerra, e depois de libertá-los da opressão estrangeira, continuavam dirigindo os destinos da nação na paz. Exerciam as funções de magistrados militares e civis.
Mediante convite feito a duas tribos ou mais para realizar uma ação conjunta, vários dos juízes prepararam o caminho para a união das doze tribos na futura monarquia.
Na tríplice divisão da Bíblia hebraica - lei, profetas e escritos - o livro dos Juízes acha-se entre os profetas.
O livro dos Juízes contém a história dos treze juízes que governaram Israel desde a morte de Josué até à época de Eli e Samuel. É possível que alguns dos juízes tenham governado simultaneamente em diferentes regiões. O livro dos Juízes abrange um período de aproximadamente 400 anos.
Juízes é um livro valioso pelas provas históricas que apresenta sobre o desenvolvimento da religião de Israel durante os primeiros anos da conquista. O livro abrange períodos de transição que se iniciam com a vida incerta e desintegrada das tribos, até organizar-se uma federação que, finalmente, culminou na formação da monarquia. As lutas intestinas das diversas tribos, com seus problemas individuais, no meio de uma população estrangeira, são vistas com maior clareza nos Juízes do que no Pentateuco ou em Josué.
Conquanto profetas posteriores tenham feito apelo mais vigoroso, à consciência do homem, o livro dos Juízes nos apresenta uma filosofia da história que demanda a atenção do crente moderno. O descuido das ordenanças do Senhor e a adoração de deuses falsos conduzem ao castigo, ao passo que o arrependimento sincero proporciona o favor divino. O fato de que Deus trata com a nação em face da atitude desta para com as leis morais divinas, merece hoje nossa consideração.

Autor:
Na ausência de informação precisa, várias sugestões têm sido apresentadas com respeito ao autor do livro dos Juízes. A opinião mais aceita é que Samuel, além de seu cargo de profetae, compilou o livro. A época em que foi escrito este livro pode ter sido durante sua retirada da vida pública. A evidência interna insinua que o livro já estava em circulação antes de Davi conquistar Jerusalém. Sem dúvida alguma, o escritor empregou anais escritos deixados por juízes anteriores, relativos à época e aos acontecimentos de seu respectivo governo.

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Fred E. Young
Doutor em Filosofia e Letras

Comentando a Bíblia- Deuteronômio


Deuteronômio

Chave: Obediência

Deuteronômio. Repetição da lei

Comentário:
O nome do livro de Deuteronômio, ou "segunda lei", sugere sua natureza e propósito. Figura, segundo consta em nossas Bíblias, como o último dos cinco livros de Moisés, fazendo um resumo e pondo em relevo a mensagem que os quatro livros precedentes contém. Não significa isto que se trata de mera repetição do que ficou dito anteriormente. Sem dúvida, Deuteronômio faz parte dos acontecimentos históricos que se deram previamente, em particular no Êxodo e em Números. Contudo vai além destes relatos visto que os interpreta e os adapta.
Através deste livro, os acontecimentos estão repletos de significado. Moisés proporciona-nos bastante história; mas em quase todos os casos relaciona os acontecimentos com a lição espiritual que sublinham. Toma a legislação que Deus dera a Israel havia quase 40 anos, e adapta-se às condições de vida da coletividade na terra para a qual Israel se mudaria em breve.
Quando este livro foi escrito, a nação de Israel se encontrava na terra de Moabe, ao leste do rio Jordão e do mar Morto. Numa oportunidade anterior, Israel havia falhado, por falta de fé, ao não entrar na Palestina. Agora, 38 anos depois, Moisés reúne o povo escolhido e procura infundir-lhe fé que capacitará a avançar em obediência. Diante deles está a herança. Os perigos, visíveis e invisíveis, jazem além. Acompanha-os se Deus, a quem chegaram a conhecer melhor durante suas experiências na penísula do Sinai, penísula deserta e escarpada. Moisés compreende, corretamente, que os maiores perigos que os assediam estão na esfera da vida espiritual; sendo assim, sua mensagem acentua o aspecto espiritual. O Senhor Deus deles, é o único Senhor; foi ele quem os libertou da escravidão. Deu-lhes a lei. Selou uma aliança com eles. São o seu povo. O Senhor exige devoção e adoração exclusivas. Seus caminhos são conhecidos do povo. Mediante longa experiência, Israel aprendeu que o Senhor honra a obediência e castiga a transgressão. Agora, em um novo sentido, Israel age por sua própria conta, sob a direção do Senhor e em sua própria casa.
O livro abrange toda uma gama de perguntas que surgem desta nova fase da vida de Israel. Sua atitude para com o Senhor é, naturalmente, o principal problema. Moisés, com toda a diligência de que é capaz, convida Israel a confiar de todo o coração no Senhor, e a fazer das leis divinas a força diretriz de suas vidas. Esta lei, se obedecida, infundirá vida e fará que os israelitas sejam povo destacado entre todas as nações. Receberão bênçãos, e as nações reconhecerão que seu Deus é Senhor. Porém, se Israel imitar a conduta das nações vizinhas, esquecendo-se de seu Deus, então sobrevirá a aflição, e finalmente será espalhada entre os povos.
Através do livro todo acentua-se a fé somada a obediência. Em um sentido verdadeiro, esta é a chave do livro.

Autor:
Nas páginas do livro de Deuteronômio se declara que Moisés é o autor dos discursos que abrangem a maior parte da obra. É evidente que a narrativa de sua morte, que consta do final do livro, foi escrita por outro autor, mui provavelmente Josué. Daí que é inteiramente apropriado referir-se a Deuteronômio como o quinto livro de Moisés.

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Harold B. Kuhn
Doutor em Filosofia e Letras

Comentando a Biblía;Números


Números

Chave: Peregrinação

Comentário:
O livro de Números deriva seu nome em nossas Bíblias em português, como nas versões latina e grego, dos dois censos nele narrados. Em realidade, o livro forma uma divisão de um conjunto maior, o Pentaceuco. Entre os escribas judeus ele era conhecido principalmente pelo nome de "no deserto", que em hebraico é uma só palavra, "bemidbar", título tomado do primeiro versículo. É um título apropriado, de vez que o tema do livro gira em torno das vicissitudes e vitórias do povo de Israel desde o dia em que deixou a zona zul do Sinai até chegar às fronteiras da Terra Prometida.
O livro de Números parece, às vezes, constituir uma coleção não muito estruturada de informações, narrativas e rituais ou lei civil. Contudo, estas informações são sempre pertinentes à história, ao passo que os pronunciamentos legais surgem, com frequência, das exigências da situação na vida, tal como a autorização para celebrar uma páscoa especial (9:1-14) em circunstâncias que impediam a observância da páscoa regular; ou o pedido das filhas de Zelofeade (27:1-11) cujo resultado foi que Deus estabeleceu medidas para a herança das filhas quando não houver filho sobrevivente.
No aspecto histórico, o livro de Números começa onde termina o Êxodo, dando lugar necessariamente às seções de narrativas dispersas de Levítico. Abrange um período de aproximadamente 40 anos na história da caminhada de Israel sobre a Palestina. Conquanto estes anos descrevam, em geral, a peregrinação, é evidente que o povo residiu ao sul de Canaã, principalmente na zona conhecida como o Neguebe, não muito distante de Cades- Barnéia, durante 37 anos. No decorrer desse período, o tabernáculo foi o ponto central tanto da vida civil como da religiosa, visto como era aqui onde Moisés exercia suas funções administrativas. Presume-se que o povo seguia os costumes dos povos nômades, vivendo em tendas e apascentando os rebanhos nas estepes semi-áridas. Nestas circunstâncias, o povo necessitava da provisão especial divina de alimentos e água.
No livro de Números, Deus é apresentado como um soberano que exige absoluta obediência à sua santa vontade, mas que também demonstra misericórdia ao penitente e obediente. Assim como o pai educa e castiga os filhos. Deus dirige a Israel, seu povo amado. Escolhe entender-se com o homem servindo-se de mediadores. Destes, Moisés é único, embora outros talvez estejam dotados de dons proféticos e até mesmo um pagão, Balaão, pode ser usado, visto como Deus é o Deus dos espíritos e de toda a carne.
No Novo Testamento se encontram diversas referências ao livro de Números, em que o livramento do Egito é considerado como modelo terreno da redenção eterna. Afirma-se que as experiências no deserto estão registradas para nossa admoestação (I Coríntios 10:11). Nosso Senhor Jesus Cristo referiu-se ao incidente da serpente de bronze como ilustração da forma em que ele próprio será levantado a fim de que os que crêem nele não pereçam mas tenham a vida eterna.

Autor:
Tanto judeus como cristãos tradicionalmente têm considerado Moisés o autor do livro de Números. Considerando que o período mosaico é, quando menos, de 1300 anos antes de Cristo, o livro, em sua forma atual, passou por muitas mãos, e mesmo no hebraico tem sido transcrito de um tipo de escritura para outro. Sem dúvida, existem aqui e acolá adições redatoriais. Expoentes extremos da crítica literária têm procurado negar que Moisés pudesse ter escrito qualquer parte do livro, e têm procurado dividi-lo em documentos que datam de períodos diferentes da história de Israel. Todavia, os descobrimentos arqueológicos têm demonstrado a antiguidade das leis, das instituições e das condições de vida descritas no livro de Números. A opinião de que o livro de Números procede da pena de Moisés e do período no qual ele viveu é apoiada, também, pela profunda veneração que os judeus tinham por Moisés e pelos escritos sagrados a ele atribuidos.

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David W. Kerr
Mestre em Teologia

Comentando a Biblía; Levítico


Levítico

Chave: Santidade

Levítico; Referênte aos levitas

Comentário:
Conforme diz o nome, Lévitico, o terceiro livro de Moisés ressalta a função dos sacerdotes de Israel, membros da tribo de Levi aos quais Deus escolheu para prestar serviços em seu santuário (Deuteronômio 10:8). Portanto, muitos crentes pensam que o Levítico é uma espécie de manual técnico que orientava os antigos sacerdotes nos pormenores das cerimônias que o povo de Deus já deixou de observar, e por isso mesmo, o Levítico é hoje o menos prezado dos livros do Pentateuco. Contudo, devemos afirmar que sua mensagem estava dirigida originariamente a todos os crentes (Levítico 1:2), e suas verdades continuam sendo de principal significado para o povo de Deus, visto que o Levítico contitui a primeira revelação pormenorizada do tema vivo do Grande Livro em geral, isto é, a revelação da forma mediante a qual Deus restaura o homem perdido. Tanto a atividade redentora de Deus como a conduta do homem que se apropria de tal redenção se acham resumiddas no versículo-chave, que diz: "Ser-me-eis santos, porque eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus "(20:26).
A fim de realizar a salvação e restaurar o homem ao seio de seu Criador, é preciso prover um meio de acesso a Deus. A primeira metade do Levítico (capítulos 1 a 16) apresenta-nos, assim, uma série de medidas de caráter religioso que representam a forma mediante a qual Deus redime os perdidos, separando-os de seus pecados e suas consequências. Os diversos sacrifícios (capítulos 1 a 7) eram figuras, por assim dizer, da morte de Cristo no Calvário, onde aquele que não tinha pecados sofria a ira de Deus em nosso lugar, para que pudéssemos ser salvos de nossa culpa (II Coríntios 5:21; Marcos 10:45). Os sacerdotes levíticos (capítulos 8 a 10), prefiguravam o serviço fiel de Cristo ao efetuar a reconciliação pelos pecados do povo (Hebreus 2:17). As leis da limpeza e purificação (capítulos 11-15) deviam constituir-se em lembranças perpétuas do arrependimento e da separação da impureza, que deve caracterizar os redimidos (Lucas 13:5), enquanto o dia culminante do culto de expiação (capítulo 16) proclamava o perdão de Deus para os que se humilhassem mediante uma entrega fiel a Cristo, o qual proporcionaria acesso ao próprio céu (Hebreus 9:24).
Mas a salvação não é apenas separação do mal: abrange uma união positiva ao que é bom, justo. De modo que a segunda metade do Levítico (capítulos 17-27) apresenta uma série de padrões práticos do que o homem deve aceitar a fim de viver uma vida santa. Esta conduta prática inclui expressões de devoção em assuntos cerimoniais (capítulo 17), na adoração (capítulos 23 a 25), mas giram em torno de assuntos de conduta diária do amor sincero a Deus, e citando desta parte do Levítico: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (19:18).
Em sua forma, Levítico existe principalmente como legislação expressa por Deus: "Chamou o Senhor a Moisés e... disse: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes..."(1:1-2), As duas narrativas históricas (capítulos 8 a 10 e 24:10-22) servem-nos de pano de fundo para assuntos de caráter legislativo: e a única variante em sua forma, o sermão final de exortação de Moisés (capítulo 26), é seguido de um apêndice de leis que regulam matérias que em si mesmas não são obrigatórias (capítulo 27).

Autor:
Em mais de 50 pontos em seus 27 capítulos, o Levítico afirma ser palavra de Moisés dirigida por Deus. O Novo Testamento também cita o livro ao dizer: "Ora, Moisés escreveu..."(Romanos 10:5). Os críticos que relegam o Levítico a um milênio depois de Moisés, fazem-no a expensas da integridade da evidência bíblica. As Sagradas Escrituras descrevem o Levítico como livro dado a Israel pouco depois que os israelitas foram adotados como o povo da aliança de Deus (Êxodo 19:5). Fora-lhes dada a lei moral básica, o Decálogo (Êxodo 29:43; 40:34). A seguir, vem o Levítico, segundo Deus o havia prometido (Êxodo 25:22), como guia para a conduta e para a adoração. Sua legislação e seus acontecimentos abrangem tão-somente algumas semanas de tempo, desde o levantamento do tabernáculo por parte de Moisés (Êxodo20:17), até à partida de Israel do monte Sinai, menos de dois meses depois (Números 10:11), no mês de maio de 1445 a.C., segundo datas fixadas pela maioria dos exegetas evangélicos.

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J. Barton Payne
Doutor em Teologia

Comentando a Biblía-Êxodo


Êxodo

Chave: Redenção

Êxodo; saída.

Comentário:
Assim como Gênesis é o livro dos começos, Êxodo é o livro da redenção. O livramento dos israelitas oprimidos do Egito é tipo de toda a redenção. (I Coríntios 10:11). A severidade da escravidão no Egito (tipo do mundo) e Faraó (um tipo de Satanás) Exigiam por assim dizer, a preparação do libertador Moisés (2:1-4:31), um tipo de Cristo. A luta com o opressor (5:1-11:10) culmina com a partida (grego, êxodo ou saída) dos hebreus do Egito. São remidos pelo sangue do cordeiro pascoal (12:1-28) e pelo poder de Deus manifestado na travessia do mar Vermelho (13:1-14:31). A experiência da redenção, festejada mediante o cântico triunfal dos redimidos (15:1-21), é seguida pela prova que têm de enfrentar no deserto (15:22-18:27). No monte Sinai a nação redimida aceita a lei (19:1-31:18). O não depender da graça conduz a infração e à condenação (32:1-34:35). Contudo, triunfa a graça de Deus ao ser dado ao povo o tabernáculo, o sacerdócio e os sacrifícios, mediante os quais o povo redimido podia adorar o Redentor e ter comunhão com ele (36:1-40:38).

Autor:
Embora o livro de Êxodo não declare em nenhum lugar que Moisés fosse seu autor, toda a lei abrangida pelo Pentatêuco, que compreende principalmente a parte que se estende desde Êxodo 20 e atravessa o livro de Deuteronômio, declara mediante termos positivos e explícitos seu caráter mosáico. Afirma-se que Moisés é o escritor do livro do pacto (capítulos 20 a 23) que abrange os dez mandamentos bem como os juízos e as ordenanças que os acompanham (24:4, 7). Afirma-se que o assim chamado código sacerdotal, que se ocupa do ritual do tabernáculo e do sacerdócio que figura no restante do livro do Êxodo (exceto os capítulos 32 a 34), foram dados diretamente por Deus a Moisés (25:1, 23, 31; 26:1, e assim por diante). O levantamento do tabernáculo apresenta-se como um trabalho "segundo o Senhor havia ordenado..."Tanto esta terminologia como outras semelhantes aparecem muitas vezes nos capítulos 39 e 40. A paternidade literária mosaica é igualmente ressaltada numa destacada seção narrativa: a vitória de Israel sobre Amaleque (17:4). Em uma referência tomada do capítulo 3 do Êxodo, o Senhor Jesus denomina o Pentateuco em geral e o Êxodo em particular, "o livro de Moisés" (Marcos 12:26). A atual exegese conservadora, bem como a tradição, sempre afirmaram que Moisés é o autor. As teorias de alguns críticos não nos oferecem substitutivo adequado para a autenticidade mosaica.

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Merrill F. Unger
Doutor em Filosofia e Letras

Comentando á Biblía-Gênesis


Gênesis

Chave: Princípio

Gênesis; Do grego genesis, origem.

Comentário:
Gênesis pode ser descrito com exatidão como o livro dos inícios. Pode ser dividido em duas porções principais. A primeira parte diz respeito à história da humanidade primitiva (caps. 1-11). A segunda parte trata da história do povo específico que Deus escolheu como o Seu próprio (caps.12-50), para si. O autor apresenta o material de forma extremamente simples. Oferece dez "histórias que podem ser prontamente percebidas segundo o esboço do livro. Algumas dessas histórias são breves e muito condensadas, mas, não obstante, ajudam a completar o conteúdo. É bem possível que o autor do livro tenha empregado fontes informativas, orais e escritas, pois seus relatos remontam à história mais primitiva da raça humana. Embora muito se tenha escrito sobre o assunto das possíveis fontes literárias do livro de Gênesis, há muitas objeções válidas que nos impedem de aceitar os resultados da análise destas "fontes".

O livro de Gênesis salienta, por todas as suas páginas, a desmerecida graça de Deus. Por ocasião da criação do munto, a graça se exibe na maravilhosa provisão preparada por Deus para as Suas Criaturas. Na criação do homem, a graça de Deus se manifesta no fato que ao homem foi concedida até mesmo a semelhança com Deus. A Graça de Deus se evidencia até mesmo no dilúvio. Abraão foi escolhido, não por merecimento, mas antes, devido ao fato de Deus ser cheio de graça. Em todos os seus contatos com os patriarcas. Deus exibe grande misericórdia: sempre recebem muito mais favor do que qualquer deles poderia ter merecido.

Há uma outra importante característica do livro de Gênesis que não se pode esquecer, a saber, o modo eminentemente satisfatório pelo qual responde nossas perguntas sobre as origens. O homem sempre haverá de querer saber como o mundo veio à existência. Além disso, sente bem dolorosamente o fato de que alguma grande desosordem caiu sobre o mundo, e gostaria de saber qual a sua natureza; em suma, preocupa-se em saber como o pecado e todas as suas tremendas consequências sobrevieram. E, finalmente, o homem precisa saber se existe alguma esperança básica e certa de redenção para este mundo e seus habitantes de que consiste essa esperança, e como veio a ser posse do homem.

Autor:
Ninguém pode afirmar com absoluta certeza que sabe quem escreveu o livro de Gênesis. Visto que Gênesis é o alicerce necessário para os escritos de Êxodo a Deuteronômio, e visto que a evidência disponível indica que Moisés escreveu esses quatro livros, é provável que Moisés tenha sido o autor do próprio livro de Gênesis. A evidência apresentada pelo Novo Testamento contribui para essa posição (cfe. especialmente João 5:46-47); Lucas 16:31; 24:44). Na tradição da Igreja, o livro de Gênesis tem sido comumente designado como Primeiro Livro de Moisés. Nenhuma evidência em contrário tem sido capaz de invalidar essa tradição.

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Traduzido por João Bentes, da Holman Study Bible, publicada pela A. J. Holman Co. de Philadelphia, Pa (EUA), cfe. A Bíblia Vida Nova, S.R. Edições Vida Nova, São Paulo, Brasil, 1980.

Comentando a Biblía. Rute


Rute

Chave: Redenção

Comentário:
O livro de Rute descreve a direção providencial de Deus na vida de uma família israelita. Devido à morte do genitor e de seus dois filhos em terra estrangeira, correm perigo o nome e a herança desta família. Contudo, a situação extrema do homem é a oportunidade de Deus. Por força da conduta de um parente que, inspirado por nobres ideais, cumpre suas obrigações, a linha hereditária permanece inalterada. A união de Boaz, o hebreu, e Rute, a moabita, converte-se no meio pelo qual Deus cumpre seu misericordioso propósito. Com relação à mensagem toda das Escrituras Sagradas, o livro nos porporciona uma perspectiva da história do Natal e dos acontecimentos do Pentecoste. A genealogia culmina no rei teocrático Davi, a cuja linha genealógica é prometido o advento do Messias. Isto, ocorre com a inclusão de uma mulher de descendência moabita, mediante a qual se abre diante de nossos olhos a perspectiva pentecostal do significado universal do Messias: não é somente o Salvador de Israel, mas da raça humana.

Autor:
No grego, e em traduções posteriores, o livro de Rute vem em seguida ao de Juízes, visto que foi em seu tempo que ocorreu a história narrada neste livro. Na Bíblia hebraica, faz parte dos chamados escritos sagrados, uma subdivisão dos cinco pergaminhos que se liam em público nos dias de festa de Israel. A história de Rute culmina na época da colheita. Este relato era lido, em geral, durante a semana, ou festa da colheita do trigo, que se denominou mais tarde festa de Pentecoste. Não se conhece seu autor. O anúncio do capítulo 1:1 no sentido de que a história aconteceu "nos dias em que julgavam os juízes", indica que a época dos juízes pertencia ao passado. Pela forma como o autor escreve acerca de Davi em 4:17 e da genealogia em 4:18-22, fica demonstrado que conhecia o esplendor do reino de Davi. Esta consideração indicaria que o livro foi escrito antes que o reinado perdesse sua glória, possivelmente na última parte do reinado de Davi ou imediatamente depois.

_fonte á Biblía;
P. A. Verhoef
Doutor em Teologia

Comentando á Biblía; Josué.


Josué

Chave: Conquista

Comentário:
O livro de Josué é a continuação, poderíamos dizer, do Pentateuco. Moisés morreu na terra de Moabe, contemplando a terra prometida. A Josué, seu sucessor, coube a missão de dirigir o povo de Israel através do Jordão e na terra prometida. A maior parte do livro descreve a conquista de Canaã e a divisão da terra entre as tribos de Israel. Depois da queda de Jericó e de Ai, e da capitulação de Gibeon, na região central de Canaã, Josué teve de enfrentar duas coligações sucessivas de estados cananeus, uma na região meridional capitaneada pelo rei de Jerusalém, e a outra no norte, sob as ordens de Jabim em Hazor. Contando com a ajuda divina Josué pôde conquistar tanto o sul como o norte, e distribuir a terra entre as tribos. Contudo, formaram-se bolsões de resistência, e cada uma das tribos teve a responsabilidade de ocupar a terra que lhe foi designada. O Livro de Josué registra a história de Israel desde a nomeação de Josué como sucessor de Moisés até sua morte aos 110 anos de idade.

Autor:
O título do livro indica que Josué é seu personagem principal. O livro em si mesmo é anônimo, embora exista sólida evidência interna de que foi escrito por uma testemunha ocular dos muitos acontecimentos aí descritos. Em sua forma atual, porém, o livro é posterior a Josué, cuja morte registra. A conquista de Debir por Otniel e de Laís pelos danitas ocorreu depois da morte de Josué
O livro talvez tenha sido escrito por um dos "anciãos que ainda sobreviveram" depois de Josué, que empregou o material escrito pelo próprio Josué (24:26; leia também 24:1-25).

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fonte ; Charles F. Pfeiffer
Doutor em Filosofia e Letras