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terça-feira, 27 de julho de 2010

O julgamento.


Salomão julga um caso difícil.



Certo dia, duas prostitutas apresentaram-se diante do rei Salomão, e uma delas disse:
— Ó rei Salomão! Eu e esta mulher moramos na mesma casa. Eu dei à luz um menino, e ela estava lá comigo.
Dois dias depois do nascimento do meu filho, ela também deu à luz um menino. Somente nós duas estávamos na casa; não havia mais ninguém lá.
Uma noite, ela rolou sem querer sobre o seu filho e o sufocou.
Então levantou-se durante a noite, enquanto eu dormia, pegou o meu filho e o colocou na cama dela. Depois colocou o menino morto nos meus braços.
No outro dia de manhã, quando eu me levantei para dar de mamar ao meu filho, vi que estava morto. Porém, quando reparei bem, percebi que não era o meu filho. Mas a outra mulher disse: — Não é verdade. Pelo contrário, meu filho é o que está vivo, e o seu é o que está morto! E a primeira mulher respondeu: — Não é, não! A criança morta é a sua, e a viva é a minha! E foi assim que discutiram na frente do rei.
Então o rei Salomão disse: — Cada uma de vocês diz que a criança viva é a sua, e que a morta é da outra.
Então mandou buscar uma espada e, quando a trouxeram, disse:
— Cortem a criança viva pelo meio e dêem metade para cada uma destas mulheres.
A verdadeira mãe do menino, com o coração cheio de amor pelo filho, disse:
— Por favor, senhor, não mate o meu filho! Entregue-o a esta mulher! Mas a outra disse: — Podem cortá-lo em dois pedaços! Assim ele não será nem meu nem seu.
Aí Salomão disse: — Não matem a criança! Entreguem o menino à primeira mulher porque ela é a mãe dele.
Todo o povo de Israel soube dessa decisão do rei Salomão, e aí todos sentiram um grande respeito por ele, pois viram que Deus lhe tinha dado sabedoria para julgar com justiça.


(1 Reis 3.16:28)

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